Carlos Valdes

Crítica | The Flash – 6X15: The Exorcism of Nash Wells

  •  SPOILERS deste episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

Embora não desenvolva os ganchos preparados pelo episódio anterior no sentido específico que eu mais esperava (leia-se: com Barry Allen tomando as rédeas da situação pós-morte da Força de Aceleração), The Exorcism of Nash Wells consegue manter a boa qualidade dessa sequência de episódios e exemplificar do que a série é capaz, desde que a produção se esforce minimamente para desenvolver seus potenciais.

O que é legal é que esse episódio mostra aquilo que eu sempre defendo em relação a essas séries da CW: não é nem preciso dispensar o foco dramalhão-motivacional que pauta as produções do canal (voltadas a um público adolescente, imagino — faz tanto tempo que nem sei mais dessas coisas) para tornar a coisa mais palatável para um público mais amplo incluindo, é claro, o nerdão que no fundo preferiria estar assistindo a um bom episódio de desenho ou lendo um gibi do personagem. O capítulo traz, afinal de contas, uma enxurrada de cenas focadas na rememoração de sofrimentos passados e filosofadas profundas dos personagens sobre seu estado emocional. Mas, pelo menos para mim, a coisa funciona por dois motivos: 1. as cenas emergem de maneira orgânica e tem ressonância temática com o foco do episódio (a perda que Nash (Tom Cavanagh) sofreu no passado) e 2. elas não entram no roteiro em detrimento do desenvolvimento das outras subtramas.

Por falar nelas, quantas! Só não digo que a série chega a ter coisa demais acontecendo ao mesmo tempo porque o ritmo do episódio consegue sustentar cada um dos núcleos muito bem, sendo que cada um deles explora terrenos já conhecidos para o público que se mantém firme e forte no seriado até hoje. Fazendo um bom uso tanto da personagem de Cecile (Danielle Nicolet) quanto de várias tecnobugigangas já estabelecidas no passado da série, o resgate psíquico de Nash consegue ter tempo para explorar dramaticamente o seu passado que, embora não tenha me surpreendido, conseguiu me ganhar pela execução bem acabada das reações emocionais dos personagens. As sequências do passado de Nash, além de fazerem crescer o personagem, mostram um pouco do que é perdido em parte com o fim do multiverso — a total liberdade de explorar cenários totalmente distantes da usual Central City.

Na frente de casa, a subtrama envolvendo a Mestra dos Espelhos e sua disputa com o clã de meta-assassinos com poderes de luz (a descrição faz parecer mais maneiro do que de fato é!) trouxe excelentes sequências de ação, com destaque para os efeitos visuais dos poderes de Sunshine (Natalie Sharp). A dinâmica do Team Flash central — Barry, Cisco (Carlos Valdes) e Caitlin (Danielle Panabaker), claro! — consegue sustentar muito bem ambas as histórias da semana, e o Velocista Escarlate consegue bancar duas resoluções heroicas muito bacanas em tempo recorde. Sério, acho que já tivemos sequências de dez episódios que não tiveram um momento sequer para Barry quanto ele teve nos vinte minutos finais desse capítulo.

E isso foi uma virada e tanto, já que no comecinho do episódio eu comecei a perder fé de que continuariam com a boa fase para Barry. Não curti muito a primeira cena de discussão sobre a criação de uma nova Força de Aceleração: aquele é o Barry que pra mim já deu, com um chororô do tipo “Mas a gente precisa fazer isso, gente, não interessa que vocês não saibam, vocês não sabem o que eu to passando! E eu vou usar drogas de aceleração sim, por que, alguma coisa de mal da veio disso?”. Me poupe, vá, seu Allen!

Por sorte, essa sombra do passado não deu mais as caras ao longo do episódio, e a atuação heróica dele nas duas frentes compensou a escorregada mostrando um pouco do Barry ideal: reagindo rápido com soluções inusitadas e, de preferência, sem falar com a voz embargada de choro. Ironicamente, tivemos até uma boa dose de choro no confronto com Thawne — mas, veja bem, choro mesmo, justificado e sustentado de forma orgânica pelo roteiro (e, na medida do possível, pela atuação), e não o chororô daquele momento inicial. Mais do que espantar a assombração acelerativa-negativa de Eobard Thawne, o capítulo consegue dar mais um passo no verdadeiro exorcismo que a série necessita: da caracterização torta que o personagem principal teve que sofrer ao longo dos anos.

The Exorcism of Nash Wells trouxe boas doses de ação, comédia (Cecile se preparando para o exorcismo / nocauteando Wells com um tabuleiro de Ouija!) e — claro — altas doses de personagem. Embora essa mistura tenha dado as caras de forma constante em toda a história da série até hoje, a fase atual tem conseguido fazer a mistura funcionar de forma mais empolgante e intensa, servindo aos personagens e ao enredo com desenvolvimentos orgânicos cujo payoff acontece no tempo de exibição mesmo. Uma história onde o Team Flash derrota Thawne mais uma vez é mil vezes mais interessante do que “teaser nº 16 do retorno do vilão no final de temporada”, e felizmente é o que tivemos aqui.

The Flash – 6×15: The Exorcism of Nash Wells — EUA, 17 de março de 2020
Direção: Eric Dean Seaton
Roteiro: Lauren Barnett, Sterling Gates
Elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Jesse L. Martin, Tom Cavanagh, Carlos Valdes, Danielle Panabaker, Danielle Nicolet, Efrat Dor, Victoria Park, Kayla Compton, Patrick Sabongui, Natalie Sharp
Duração: 43 min.

Crítica | The Flash – 6X14: Death of the Speed Force

  • Há SPOILERS deste episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

Depois de criar um núcleo interessante em torno de Iris (Candice Patton) e nos presentear com um bom episódio de Gorila Grodd, o mais novo feito da equipe produtiva de The Flash envolve ninguém menos que Kid Flash (Keiynan Lonsdale). O que poderia parecer mais uma “volta dos que não foram (que ninguém pediu que voltassem)” teve o benefício tanto de acontecer em meio à boa fase atual do programa, quanto da redenção que o personagem recebeu durante sua passagem por Legends of Tomorrow. Ainda assim, Wally pode ser considerado uma “ponta solta” do passado da série que dificilmente justificaria uma revistação interessante o bastante, né? Né…?

Bom, considerem-me positivamente surprendido! Se no passado a versão televisiva desse gigante dos quadrinhos deixou (bastante) a desejar, e ainda que sua ausência em momentos-chave recentes dificilmente possa ser justificada de forma convicente, eis que chamaram o cara de volta para dar um pontapé em um arco realmente interessante! Por si só, a cena inicial do resgate aéreo já me vendeu a ideia de que, afinal de contas, não tem nada de mais em trazer de volta um ou outro velocista extra. Felizmente, mais do que nos presentear com boas sequências de ação velocista, o capítulo também aponta para uma direção que há tempos eu desejo ver ser tomada para o Velocista Escarlate nessa série.

Antes de falar disso, vale marcar: fiquei cabreiro, de início, com a perspectiva de estarmos diante de um dramalhão envolvendo a emancipação do Wally, em sua nova fase bicho-grilo, em relação à sua posição como eterno “Kid” Flash. Naquela cena em que ele começa a moldar flores de lótus com relampaguinhos e metralhar reflexões profundas e não requisitadas tal qual um aposentado em grupo de WhatsApp, temi que a coisa toda fosse se tornar mais um jogo de ciumeira bobo entre os meio-irmãos/cunhados velocistas.

Felizmente, a rixa pessoal entre os dois acaba sendo explorada de um jeito bem mais interessante do que o padrãozão passado da série, contrastando não apenas suas personalidades, mas duas maneiras diferentes de se pensar na Força de Aceleração e, com isso, preparando o que tem potencial de ser um desenvolvimento decisivo para a estagnada versão “grantgustiniana” de Barry Allen. Se eu achava que a partida de Wally em uma jornada de auto-conhecimento espiritual não passava de mais uma das desculpinhas mequetrefes de sempre (alguém lembra do Julian?), o gancho acaba sendo bem aproveitado ao mostrar a busca ativa de Wally por contato e respostas em relação à Força de Aceleração. Com isso, temos o pano de fundo para encarar uma característica até então pouco explorada de Barry: sua postura passiva/reativa frente aos fenômenos “velocísticos” que o circundam.

Claro que, mediante uma ou outra Crise anunciada, o Team Flash se desdobrou e adotou posturas ativas frente às suas ameaças. Porém, de maneira geral, além da postura reativa generalizada da equipe(lembra da eterna “perseguição” ao Pensador?), o fato é que o próprio Barry acabou sempre deixado de lado em termos da criação de soluções e tecnologias para expandir sua atuação como Flash. Com as explicações pseudo-científicas ficando sempre a cargo de Cisco (Carlos Valdes) e Caitlin (Danielle Panabaker) após a partida do tutorzão querido Wells, tivemos muito pouco espaço para explorar o lado cientista do próprio Barry — seu veio mais criativo e proativo que é uma das marcas do personagem nos quadrinhos. Barry é um cientista forense — só que Cisco e Caitlin são melhores como cientistas e Dibny é melhor como detetive do que ele. O que sobra para o cara fazer fora dos momentos de ação, senão ficar eternamente marinando suas questões motivacionais mais profundas?

A subtrama da morte da Força de Aceleração, embora traga na premissa algo que evoque momentos menos brilhantes da série no passado, acaba servindo como ponto de partida para resolver esse problema. Barry e Wally acabam entrando em rota de colisão por conta do erro de Barry, alimentado por sua postura sempre passiva em relação à Força. A piadinha que ele faz ao imitar Yoda é significativa: por mais que tenha vivenciado tudo que vivenciou, Barry ainda recusa encarar de frente seu papel como parte da Força de Aceleração, acomodando-se com as responsabilidades de sempre em Central City que, verdade seja dita, acabam sendo um fardo o suficiente para o cara carregar. Porém ele percebe, no fundo, que há algo de errado, mas usa-se de seu lado racional como defesa contra essa preocupação. Até que o desastre se torna inegável e, então, ele se força a finalmente dar um passo necessário em sua carreira heroica — ao invés de usar da razão para negar o “misticismo” correto de Wally, trata-se de encontrar uma solução para o desastre iminente: criar uma Força de Aceleração para fazer frente à criação sombria do Flash Reverso. Afinal de contas, o Barry que acompanhamos semanalmente muitas vezes está mais para Savitar do que para o cara que construiu Gideon, não é? É muito bom ver o personagem finalmente dar passos decisivos para se tornar o lendário Flash futurista, deixando de lado essa adolescência alongada pela qual tem passado desde a segunda temporada (!) da série.

Numa tacada só, temos uma subtrama super interessante para nosso protagonista que ao mesmo tempo justifica o retorno de seu arqui-inimigo, preparando o cenário para um conflito que tem tudo para evoluir o Flash a um novo nível de relação com seus poderes. Embora eu continue um tanto cético em relação à série abraçar seu lado mais sci-fi, já que o drama pessoal dificilmente deixará de ser o foco principal da coisa, ao menos o roteiro tem mostrado uma preocupação bem realizada em amarrar o passado da série com os eventos atuais. A forma como o episódio equilibra suas subtramas continua a ser muito interessante, evitando as arrastações de sempre e explorando elementos dramáticos interessantes: Iris não podendo se encontrar com Wally na prisão do espelho, o retorno de Wells no corpo de Nash, o “sacode” que Wally leva de Joe — pequenos momentos de personagem que adicionam consistência à narrativa e ao mundo de The Flash, felizmente longe do “esquema Power Rangers” das temporadas passadas.

Combinando bem os elementos que têm dado certo, Death of the Speed Force é mais um bom capítulo na ótima fase atual da série, construindo subtramas de forma orgânica e resgatando potencial esquecido de diversos cantos do universo televisivo. Ah, se a gente pudesse ter uma “Crise das Infinitas Emissoras” que retroativamente transformasse certas temporadas anteriores em algo mais próximo disso!

The Flash – 6×14: Death of the Speed Force — EUA, 10 de março de 2020
Direção: Brent Crowell
Roteiro: Sam Chalsen, Emily Palizzi
Elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Jesse L. Martin, Tom Cavanagh, Carlos Valdes, Danielle Panabaker, Efrat Dor, Victoria Park, Keiynan Lonsdale, Michelle Harrison, Tess Atkins,  Elizaveta Neretin
Duração: 43 min.

Crítica | The Flash – 6X10: Marathon

  • Há SPOILERS deste episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

Embora eu não tenha checado mais de perto, tenho a impressão de que essas “premieres” de meio de temporada de The Flash normalmente falham em dar continuidade aos ganchos interessantes deixados pelo episódio anterior ao hiato. Foi assim no ano passado com The Flash and the Furious, que conseguiu desperdiçar, numa tacada só, os ganchos deixados pelo encarreiramento entre um episódio comemorativo e um crossover! Nesse sentido, Marathon consegue romper um pouco com a tradição, ao menos no que diz respeito ao formato e ritmo de desenvolvimento da temporada.

Não que o episódio seja em princípio muito diferente do que costuma rezar o manual: temos aqui uma típica “faxina pós-evento”, temperada por teasers ocasionais das subtramas que irão nos decepcionar divertir ao longo das próximas semanas. Porém, uma coisa que funciona melhor aqui se compararmos ao passado da série é justamente a estruturação da trama maior da temporada.

Continuando a boa pegada do novo time de showrunners, a história aqui tem mais cara de “começo de temporada” do que de “retorno do hiato” propriamente dito. E isso é muito bom, já que parece colocar em prática uma proposta de duas sub-temporadas mais curtas como alternativa à longuíssima “história sem fim” usual. Com a ameaça de Bloodwork/Hemoglobina devidamente contida (ao menos por hora) e poucas pontas soltas para adereçar, a produção consegue ter fôlego narrativo para se dar ao luxo de explorar o inconfundível terreno de filler sem soar tão prolixa e desorientada quanto costuma ser o caso.

Nossa faxina pós-Crise tem seus altos e baixos, e na verdade não faz muito mais do que nos informar a respeito das consequências da reestruturação geral do Multiverso da CW, agora concentrado em uma Terra-Primordial. Difícil escapar da impressão de que essa reintegração vai acabar se dando de forma um tanto desajeitada, em especial no que diz respeito a aproveitar a ocasião para efetivar uma renovação profunda na série — o que, no final das contas, imagino que se aproximaria mais de um reboot do que de qualquer outra coisa. Por outro lado, também não tenho como negar o charme dessa continuidade integrada entre as séries, que tem melhorado a cada ano e, especialmente nesse epílogo, lida de forma totalmente quadrinhesca com os efeitos da morte de Oliver Queen.

Temos aqui um Diggle (David Ramsey) em um momento intermediário entre o final da Crise e o finale de Arrow, trazendo para Barry (Grant Gustin) um presente especial deixado por Oliver, que coloca os dois em uma busca um tanto sem pé nem cabeça e que tem como propósito amarrar tematicamente a subtrama de nosso protagonista com a do episódio em si, ao mesmo tempo em que nos detemos um pouco mais sobre sua reação ao sacrifício do Arqueiro. Dada a relação dos dois e o papel do herói veterano em inspirar o heroísmo de Barry, a investida é mais do que justa e, exemplificando bem a temática do episódio, mostra os ganhos que uma desacelerada necessária pode conceder no momento certo.

Na prática, a simplicidade dessa linha narrativa faz do episódio um raro capítulo “Flash-lite” (ou seja, com pouca presença de nosso velocista titular), muito provavelmente devido à necessidade prática de se filmar tudo isso simultaneamente aos episódios da Crise. E tudo bem com isso! Muito mais vale ver pouco do nosso herói, em cenas mais alongadas que se servem de um drama concreto e sincero do que desgastar o personagem no típico gato e rato emocional sonífero de sempre, não? Ironicamente, quem sai melhor servida pela situação é ninguém menos que Iris West-Allen (Candice Patton), personagem praguejada por tanto tempo por subtramas preguiçosas e esculachadas e que finalmente tem tido a chance de se rehabilitar sob a batuta de Eric Wallace.

O grande feito do novo time produtivo foi realizar um bom episódio no qual o núcleo de Iris ocupa o protagonismo. Dado o estado em que a temporada passada nos entregou a personagem, é um feito e tanto. O núcleo do The Citizen continua cativante e aproveita a construção feita na primeira metade da temporada para mostrar que agora é capaz de sustentar suas próprias subtramas de forma legítima. Como bom fã das histórias focadas no Planeta Diário (e da clássica série Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman), eu acabo sempre sendo parcial a uma boa história de super-herói focada na investigação jornalística, e posso dizer que esse foi o melhor episódio para Iris desde… provavelmente sempre? A personagem consegue puxar seu núcleo narrativo sem cair nas fracas retratações usuais — o diálogo com Joe (Jesse L. Martin), em especial, mostra os personagens em uma boa forma que é rara de se ver em um bom tempo!

Paralelamente à revelação bem compassada da Black Hole e ao teaser do que parece ser uma nova iteração do Mestre dos Espelhos (num cliffhanger alongado sensacional), temos tempo ainda para um conflito tenso entre Nevasca (Danielle Panabaker) e uma nova Doutora Luz (Emmie Nagata) — com um traje ofensivamente ruim ao ponto de me lembrar dos Movellans de Doctor Who. Os armamentos alienígenas e a conspiração armadas pelo episódio são um passo na direção certa, no sentido de que eu penso que a série teria muito a ganhar em deixar de lado as tramas mais mirabolantes em favor de um super-heroismo básico, ao menos para explorar melhor nosso novo status quo.

Por falar nisso, Cisco (Carlos Valdes) confirma que Harry e Jessie aparentemente não conseguiram escapar do cataclisma da Terra-2, o que, se confirmado seria uma verdadeira lástima. Minha esperança é que o sumiço do (novamente ex-)Vibro esteja ligado a uma futura volta à forma, quem sabe encontrando o Conselho dos Wells em um algum “abrigo anti-Crise”? Eles não iam acabar com uma das melhores coisas da série, que é a tradição dos “infinitos Wells”, né? Né…?

No total, Marathon consegue explorar de forma interessante um formato que tradicionalmente não funcionou na série. Ironicamente, consegue isso ao fazer o mínimo e continuar se apoiando nos acertos dessa nova fase. O mérito pela temática de “a vida é uma maratona, não uma corrida” funcionar bem, por exemplo, aponta mais pelo fato de que é um “tema motivacional” que surge de forma orgânica, dados os eventos da primeira metade da temporada, ao invés de vir com a mão pesada de sempre para ocupar a cota de draminhas baratos, provando nossa teoria de que é tudo uma questão de jeito. Mas será possível que é preciso que o ator do Flash esteja ocupado gravando outra coisa para termos mais protagonismo por parte de Iris? Ou será que a produção finalmente pegou o jeito e fará jus à personagem? Veremos!

The Flash – 6×10: Marathon — EUA, 4 de fevereiro de 2020
Direção: Stefan Pleszczynski
Roteiro: Sam Chalsen, Lauren Barnett
Elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Danielle Nicolet, Jesse L. Martin, David Ramsey, Victoria Park, Kayla Compton, Eric Nenninger, Emmie Nagata
Duração: 43 min.