Dicas Mobile

5 Versões mais leves de Apps populares para poupar Memória e Dados Móveis do seu Celular.

Este artigo foi criado pela equipe Bitdefender para uso exclusivo do blog Infotec Blog.


Quem é que nunca teve problemas com o Android travando?

Difícil alguém que não tenha passado por isso. Principalmente quando o smartphone é um pouco mais antigo ou não tem configurações tão boas para armazenamento e memória RAM.

A solução então é otimizar o espaço e deixar apenas o essencial instalado no aparelho. Mas como?

Sim, nós sabemos que alguns aplicativos são indispensáveis. Por isso, não se desespere. Alguns dos mais populares já possuem versões mais compactas para não comprometer o funcionamento do seu smartphone.

Quer saber quais são eles? Confira a lista que separamos com 5 dos principais aplicativos para celular em versões mais leves!


» Facebook Lite

 A versão compacta do Facebook ocupa menos de 1MB do armazenamento do aparelho.

Além disso, o funcionamento do app também é otimizado. Com uma interface bem simples e atualizações mais espaçadas, a versão Lite possui menor consumo de bateria e até de dados móveis.

Ainda assim, é possível acompanhar tudo que está rolando no seu feed e interagir com as publicações da mesma forma que na versão original.


» Twitter Lite

Também com um visual mais clean, a versão Lite do Twitter exige menor espaço, seja para o armazenamento ou utilização do aplicativo.

Ele é perfeito para quem também deseja economizar os dados móveis, permitindo o download apenas de informações convenientes ao usuário.

No restante, ele possibilita as mesmas funções que o aplicativo original!


» Messenger Lite

Uma das melhores notícias é a disponibilização recente do aplicativo de bate-papo do Facebook, o Messenger, na versão mais leve. Isso porque, até pouco tempo, alguns usuários deixavam de utilizá-lo por ser muito pesado e exigir demais do aparelho.

A nova versão ocupa menos de 10 MB e economiza também nos dados 3G, mesmo com as principais funções originais disponíveis.


» Skype Lite

Já para quem prefere o tradicional Skype para bater papo e fazer chamadas de voz e vídeo também pode contar com uma versão mais leve e otimizada.

O Skype Lite ocupa menos espaço de armazenamento e utilização dos dados móveis. Além disso, o aplicativo mostra quantos dados foram utilizados em cada chamada.


» Opera Mini

 Um dos navegadores de internet mais populares para Smartphone também ganhou uma versão mais leve.

Assim como os aplicativos anteriores, entre as vantagens do Opera Mini está a menor utilização da internet no dispositivo, bem como seu armazenamento, com apenas 3,62 MB.

Além disso, é possível utilizar o Opera Mini para acessar outros recursos direto pela internet, poupando o gasto de armazenamento necessário para baixar os aplicativos.

Em todo caso, é muito importante contar com uma proteção para o seu aparelho, evitando perder ainda mais espaço e eficiência para malwares e vírus.

Pensando nisso, o mercado tecnológico oferece opções específicas de antivírus para Android gratuitos que te ajudam a navegar com mais segurança.

Gostou das dicas de aplicativos em versões mais leve para o smartphone? Tem mais algum para compartilhar? Deixe nos comentários!

Qual a diferença entre HDTV e Full HD?

HDTV é a sigla em inglês para (High Definition television) ou Televisão de alta definição, as imagens produzidas por sinais digitais em HDTV podem alcançar diferentes resoluções.

Quando falamos na resolução máxima que podem ser exibidos por aparelhos HDTV, surge então o termo Full HD, (Ful High Definition) que quer dizer alta definição total.

Os aparelhos com tecnologia  HDTV podem chegar a uma resolução de 720 linhas progressivas (1280x720p). Já o HDTV com Full HD, chega a alcançar maior resolução, 1080 linhas entrelaçadas (1920x1080i) ou 1080 linhas progressivas (1920x1080p).

A letra “i” significa que as linhas são atualizadas alternadamente, isso que dizer primeiros as linhas impares e depois as linhas pares, e no caso da letra “p” a atualização acontece simultaneamente e tem uma qualidade de imagem considerada superior quando comparamos valores iguais (1920×1080) para se ter uma ideia as TVs analógicas chegam a apenas 480 linhas de resolução.

Conclusão


Para conseguir a resolução máxima todos os elementos, desde a produção da imagem até a visualização no televisor, devem utilizar a tecnologia Full HD, portanto é necessário possuir um televisor capaz de reproduzir o sinal em alta definição e em conjunto com o aparelho é preciso que a fonte do sinal digital tenha resolução máxima além do conteúdo ter sido produzido em Full HD.

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Nova versão do ICQ para iOS traz maior facilidade de acesso, temas e papéis de parede inéditos

Versão para iPhone e iPad chega com novos temas, suporte para envio de diversas fotos ao mesmo tempo, lista de contatos aprimorada e novas possibilidades de customização.

O ICQ para iPhone e iPad acaba de ser lançado e chega com novos temas, uma melhor disposição da lista de contatos e possibilidades adicionais de customização.


Lista de contatos com novidades:
A nova versão do ICQ traz uma lista de contatos muito mais visual: O aplicativo agora indica quem está online e o momento de sua última conexão para quem não estiver disponível no momento.

A lista também divide usuários em abas: uma com usuários do ICQ e grupos de bate-papos, outra com contatos telefônicos que podem receber SMS gratuitos pelo bate-papo do ICQ.


Economia para o armazenamento: Ao instalar a atualização, usuários poderão estabelecer parâmetros para download de fotos, vídeos e outros arquivos. Desta forma, é possível ter uma grande economia no tráfego de MB com o uso de internet 3G, por exemplo.

O aplicativo permite baixar apenas arquivos selecionados, assim como salvar arquivos automaticamente para quem tem bastante espaço de armazenamento disponível no dispositivo.


Envio de diversas imagens ao mesmo tempo: Aqueles que quiserem compartilhar imagens agora podem enviar múltiplas fotos simultaneamente. Esta característica está disponível tanto para bate-papo com uma pessoa ou em grupos.


Novos temas e fundos de tela: Há uma coleção de novos temas e fundos de tela. Os temas permitem personalizar todo o aplicativo, incluindo a cor de texto nas mensagens de bate-papos.


Bate-papo aprimorado: As possibilidades do bate-papo também melhoraram: agora os usuários não podem selecionar apenas as mensagens antigas e citá-las ou copiar e colar, mas também podem selecioná-las e excluí-las.

A nova versão do ICQ está disponível na Apple Store: https://itunes.apple.com/br/app/icq-messenger-conversas-graca/id302707408?mt=8

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Confira a evolução do iPhone.

Consagrado como um dos melhores celulares do mundo o iPhone já teve 9 modelos desde seu lançamento, a 7 anos atrás.

Recentemente a Apple divulgou a mais nova versão do aparelho. O iPhone 6 não é só maior. Ele é grande em todos os sentidos. Maior, porém muito mais fino. Mais poderoso, consumindo muito menos energia.

A superfície lisa de metal se integra perfeitamente à tela Retina HD. Um design contínuo onde hardware e software funcionam em perfeita harmonia, criando uma geração de iPhone que é grande em tudo.

A tela de 4.7 polegadas é uma das maiores e que coloca o iPhone no topo de sua categoria. Com uma ótima resolução de tela: 1334×750 pixel. São muitas as funcionalidades oferecidas pelo iPhone 6.

Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet, além de conectividade Wi-fi e GPS presente no aparelho.

Tem também leitor multimídia, videoconferência, e bluetooth. Ressaltamos a capacidade de armazenamento interno de 128 GB mas sem a possibilidade de expansão.

Em um Smartphone top de linha, não poderia faltar uma câmera de 8 megapixels que permite ao Apple iPhone 6 tirar fotos com uma resolução de 3264×2448 pixels e gravar vídeos em full HD com uma impressionante resolução de 1920×1080 pixels. A espessura de apenas 6.9 milímetros torna o iPhone 6 um dos celulares mais finos que existem

Para você não ficar por fora a BemMaisSeguro.com criou um infográfico sobre a evolução do aparelho, confira:

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Dicas para ter uma experiência de cinema em casa com Blu-ray

Curtir filmes em alta definição em casa está ao alcance de todos. No entanto, possuir um monitor 4k e um disco Blu-ray não basta para reproduzir os vídeos.

A indústria cinematográfica evoluiu muito nas últimas décadas. A cada dia se utilizam efeitos especiais mais impressionantes e os filmes possuem maior riqueza de detalhes.

Além disso, as câmeras empregadas na gravação de filmes atualmente permitem captar imagens com resoluções altíssimas, oferecendo ao espectador um resultado final de excelente qualidade.

No entanto, até o surgimento dos discos Blu-ray, não existia uma mídia capaz de armazenar e reproduzir filmes em alta definição em casa. Apesar da crescente popularidade dos filmes em formato Blu-ray, muitos usuários que compram um filme neste formato se deparam com a impossibilidade de reproduzi-lo, mesmo que tenham um leitor de Blu-ray.

A solução é simples, basta utilizar um reprodutor de Blu-ray, como o Aiseesoft Blu-ray Player, que permitirá acessar o conteúdo do disco.


Blu-Ray: o paradigma da alta definição
Devido à sua grande capacidade de armazenamento, o disco Blu-ray se tornou popular entre os fãs de filmes em alta definição. O limite de armazenamento de dados do Blu-ray é muito superior ao de qualquer outro dispositivo físico.

Dependendo do número de capas de um disco, este pode armazenar de 20 GB até 500 GB de informação. Isso permite transportar e reproduzir filmes em alta definição, inclusive com a resolução 4K Ultra HD.

Com a evolução das telas e televisores em Ultra HD e até mesmo 3D, atualmente é possível curtir uma experiência audiovisual de excelente qualidade em casa.


Como reproduzir um disco Blu-ray?  
O Blu-ray é um tipo de disco óptico e sua aparência externa é idêntica à de um DVD. Por este motivo, muitos usuários tentam reproduzir discos Blu-ray em leitores de DVD e se dão conta que seus leitores ópticos não podem lê-los.

Ao contrário do laser dos leitores para CD e DVD, que é da cor vermelha, o laser dos leitores Blu-ray é azul, como indica seu nome. Por isso, para reproduzir filmes Blu-ray em casa é necessário um leitor específico para este tipo de disco.

Para reproduzir um filme Blu-ray em casa três elementos são necessários: o dispositivo leitor óptico, um software reprodutor como o Blu-ray Player de Aiseesoft e um dispositivo para a reprodução, como um computador ou um projetor.

A grande vantagem de um programa como o Aiseesoft Blu-ray Player é que este reproduz qualquer arquivo Blu-ray, independentemente de que seja um disco, pasta virtual ou arquivo de imagem ISO, garantindo que a reprodução do vídeo mantenha sua resolução original.


Critérios para escolher um reprodutor de Blu-Ray para PC  
Antes de partir para a compra de um reprodutor de Blu-ray vale a pena investir alguns minutos na comparação das prestações de cada produto. Estes são os critérios mais importantes na hora de escolher uma ferramenta.

· Formatos suportados
A pesar de que a primeira coisa que nos vem à mente é a reprodução do disco Blu-ray, também é importante que reproduza arquivos Blu-ray ISO e outros formatos de arquivos de vídeo, principalmente aqueles nos quais se distribuem filmes em 4K Ultra HD, como XAVC.

· Compatibilidade com seu sistema operacional:
Os usuários de Windows costumam prestar menos atenção a este detalhe. No entanto, muitos programas somente estão disponíveis para um sistema operacional específico. Se você tem um dispositivo Mac, pode recorrer a soluções específicas como o Blu-ray Player de Aiseesoft.

· Requisitos de armazenamento
Quanto espaço no disco rígido o programa requer? Também preste atenção na memória RAM recomendada e considere ampliá-la, se necessário, para facilitar uma reprodução mais fluída dos filmes.

· Reprodução off-line
Alguns reprodutores exigem conexão à Internet para reproduzir os vídeos, o que pode ser incômodo para muitos usuários. Para evitar dissabores relacionados com a conexão, se recomenda verificar previamente se o software funciona off-line sem restrições.

Para obter mais informação sobre o software reprodutor de Blu-Ray da Aiseesoft, visite o site oficial do Blu-Ray Player.

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O MP3 está morrendo. E agora?

Arqueólogos e curiosos em geral costumam se perguntar como os velhos habitantes do Egito conseguiam cortar com precisão milimétrica grandes blocos de rocha para construir templos e pirâmides.

Desconsiderando as hipóteses de que eram auxiliados por ETs, resta a constatação de que os habitantes da região, há milhares de anos, tinham técnicas bastante específicas e funcionais. Seja qual tecnologia usassem, ela se perdeu.

Na história humana, a evolução costuma se dar com perdas só notáveis quando tarde demais. Mas talvez nesse exato momento estejamos vivendo um desses instantes de morte tecnológica – e poder observá-la ao vivo pode ser tão fascinante quanto triste.

A perda em questão é de uma tecnologia que começou a ser gestada lá no fim dos anos 1970 – a do MP3. O formato de arquivo digital que mudou tudo no cenário musical teve sua morte anunciada neste mês de maio de 2017 – 22 anos após seu nascimento oficial, no nem tão longínquo ano de 1995.

O anúncio do possível fim desse jovem incendiário que balançou as estruturas da indústria da música foi feito pelo Fraunhofer IIS, o instituto de pesquisas alemão que é pai e mãe do MP3. Aliás, bem mais pai: a equipe de pesquisadores que o criou não tinha mulheres.

Em um comunicado nada emocional, o Fraunhofer disse que a última patente referente ao MP3 se esgotou em abril – e que não dará mais suporte ao formato, agora livre de copyrights. Na prática, quer dizer que mudanças que impactem o funcionamento do MP3 não implicarão em adaptações “oficiais” no conjunto de software feitas por seus pais.

 Só isso. Pode não parecer muito, mas imagine que surja um novo sistema operacional totalmente diferente de tudo que existe. Pronto. O MP3 não terá mais uma casa onde ir para se adaptar.

Isso é ruim. Por outro lado, com patentes livres, qualquer um poderá mudar o padrão para adaptá-lo a um novo ambiente. Mas isso significa bagunça potencial.

Quem usa computador com variantes do Linux sabe o que significa. Se cada um faz o que quer, por vezes as coisas não funcionam muito bem.

Uma coisa é certa: o mundo não foi o mesmo após o nascimento do MP3 e não será o mesmo após seu fim. Quem não viveu seu início, em 1995, não pode imaginar o que esse punhado de linhas de código significou.

A possibilidade de gravar horas de música em arquivos digitais pequenos e portáveis, usando apenas um PC e um software como o histórico Nero Burning ROM, e depois transitar livremente esses arquivos pela então nascente internet foi algo tão impactante quanto a invenção do disco de áudio por Thomas Edson.

Se antes a música só podia ser usufruída crua, ao vivo, Edson permitiu que ela fosse fixada em um dispositivo móvel, o disco. Mas isso ainda exigia equipamentos e movimentação física do vinil – ou de fitas, CDs e outros invólucros físicos.

O MP3, que demorou quase 20 anos para ser desenvolvido pelos alemães do Fraunhofer, mudou essa lógica. A mobilidade se tornou virtual: de um só ponto no espaço-tempo era possível duplicar infinitamente uma música.

Antes, a duplicação só se dava no um a um: eu copio um vinil em uma fita casette e ponto. Depois do MP3, os conteúdos musicais se democratizaram.

Músicos deixaram de depender exclusivamente, para a distribuição, da indústria fonográfica, e consumidores sem dinheiro para adquirir um CD ou vinil puderam, de alguma maneira, ter acesso a seus conteúdos. Sim, isso significou pirataria a princípio – mas hoje é o que permite a você comprar uma faixa musical por poucos reais e tê-la na hora em seu celular ou computador.

Essa ideia já estava na cabeça dos pesquisadores que trabalharam no projeto do MP3. “Nossa visão, lá pela metade dos anos 90, era de que qualquer pessoa um dia poderia levar suas músicas em um dispositivo portátil”, relembra Harald Popp, um dos inventores do formato.

“Mas naquela época muitos especialistas diziam que jamais existiria um aparelho portátil capaz de acomodar a complexidade do MP3.”No fundo, estes descrentes não só duvidaram do MP3 como também não conseguiram pressentir toda uma indústria criada a partir dele para gerar novas maneiras de usufruir música.

Empresas pioneiras como a Nero, fundada em 1988 e ainda hoje atuando no mercado de multimídia, ou mesmo fabricantes que usam o formato em seus equipamentos de áudio até hoje, como a Sony, não teriam avançado tanto quanto avançaram sem o MP3.

Mas, e agora? O que ocorrerá se o MP3 desaparecer assim como sumiram as técnicas de cortar rochas dos antigos egípcios? Bem, o fato é que embora revolucionário, o MP3 vem a cada dia perdendo espaço para arquivos mais interessantes – em tamanho ou em qualidade do áudio.

Formatos como AAC e FLAC, já suportados por softwares de transcodificação e de execução, oferecem ambas as qualidades. Seus arquivos são menores e o som, melhor. O AAC, aliás, é filho dileto do MP3: foi criado pela turma da MPEG, entidade mundial que congrega fabricantes para criar padrões globais.

Não por acaso, a MPEG foi, a partir do fim dos anos 80, uma das envolvidas na criação do MP3 – tanto que a sigla resume o nome completo do formato, MPEG Audio Layer-3. Ou seja, o MP3 pode até morrer – mas permanece em seu descendente. Ainda bem.

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