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Empresas e a adoção das tecnologias blockchain.

Segundo a Equinix – empresa global de interconexão e data center – o blockchain privado deve passar a atrair mais empresas em 2018. Principalmente por serem redes fechadas, em que a gestão da identidade digital é feita de forma mais segura.

As provedoras das redes para diferentes setores precisarão hospedar seus dados em múltiplos locais, de forma distribuída, para garantir baixa latência.

Este tipo de ambiente é encontrado dentro de ecossistemas como o da Equinix, cuja plataforma global pode dar suporte a redes distribuídas por todo o mundo.


O que afinal é o Blockchain?

Blockchain, em sua essência, é simplesmente uma nova tecnologia de rede de distribuição de informações, com algumas propriedades especiais, como:

  1. Sem um único administrador, baseia-se em um modelo de confiança compartilhada entre usuários, totalmente descentralizado.
  2. Os registros não são atualizáveis, assim não há como alterar transações realizadas. Ele permite apenas inclusões.
  3. Tem um único esquema lógico (virtual) global que é armazenado por meio de várias cópias físicas distribuídas.

Redes públicas ou privadas?

A principal diferença entre o blockchain público e privado é o mecanismo de consenso. No público, os usuários não se conhecem, portanto, o nível de confiança é baixo, necessitando uma sobrecarga computacional maior. Assim, a verificação ou validação de cada transação é bastante alta e demorada.

Já na conexão privada, a confiança é maior, pois é baseada na permissão de acesso. É possível fazer uso de algoritmos compartilhados mais simples e rápidos. Como resultado, em vez de algumas transações por segundo, é possível fazer milhares delas.

Além disso, em blockchains privados, os registros das transações podem ser criptografados e estão disponíveis apenas para as partes autorizadas, o que, por sua vez, ajuda a satisfazer os requisitos de privacidade dos participantes.


Como a tecnologia está sendo usada hoje?

O uso do blockchain vem sendo feito basicamente das seguintes formas:

  1. Como meios de distribuição de criptomoedas, como Bitcoin.
  2. Como uma plataforma (autorizada) para trazer benefícios de custo e eficiência nos processos de negócios das empresas.
  3. Como ferramenta para garantir integridade e segurança de dados.

Quais os benefícios para os usuários?

Os usuários estão estudando seriamente a tecnologia blockchain em verticais como supply chain, trading e mercado financeiro, governo e no segmento de health care. Eis a razão:

  • Manutenção de registros inalteráveis: agências governamentais e empresas estão interessadas em manter o controle de dados, com a garantia de não serem alterados.
  • Utilização da ferramenta para denuncia de notícias falsas que circulam pela internet.
  • E- Voting: na Estônia, por exemplo, a tecnologia blockchain já é utilizada pelo governo para computar votos eletrônicos.
  • Desenvolvimento de um marketplace descentralizado, alimentado por um livro-caixa distribuído, escalável e em tempo real.
  • A adoção de criptomoedas está ganhando impulso à medida que mais empresas de grande porte passaram a aceitar criptomoedas. Uma das vantagens é a possibilidade de operar em nível de microcentavo, dispensando arredondamentos. No entanto, as redes de blockchain públicas apresentam problemas, como invasões, por exemplo.
  • Eliminação do intermediário: hoje, as transações financeiras que cruzam as fronteiras entre países passam por intermediários que acrescentam custos e retardam a circulação. O blockchain elimina intermediários, com transações mais rápidas, seguras e menos dispendiosas.

Então qual será o futuro?

“A Equinix acompanha de perto as tecnologias blockchain e seu funcionamento para que seus clientes possam otimizar sua utilização dentro das operações de TI e modelos de negócios”, explica Wellington Lordelo da Equinix Brasil.

Segundo o executivo, inicialmente, o uso do blockchain pelas empresas tem acontecido com o intuito de completar os sistemas de TI existentes, sem, no entanto, adotá-lo em seus principais processos corporativos.

A adoção do blockchain não envolve apenas integração da tecnologia à uma infraestrutura de TI, mas trata-se de um negócio que também está mudando processos internos.

É preciso que a organização perceba o que a tecnologia pode fazer pelo seu negócio e o potencial do valor agregado. “Isso ainda pode consumir vários anos em um processo de tentativa e erro”, acredita Lordelo.

É certo que, em breve futuro, as empresas estarão envolvidas em múltiplas redes de blockchain (por exemplo, supply chain, finanças etc.) e vão querer que seus negócios estejam localizados próximos de seus parceiros.

Neste sentido, a alta densidade de rede e cloud da plataforma de marketplace da Equinix serão importantes ferramentas para a adoção do blockchain, tanto para fornecedores, quanto para empresas.

Principalmente em um cenário em que empresas passem a atuar com diferentes modelos contratuais, mas queiram garantir a legitimidade do acordo entre ambas partes.

Como o big data pode ajudar sua empresa a conquistar resultados positivos

Sua empresa pode se beneficiar ao aderir ao processamento de dados contínuo e em tempo real, mas é preciso se preparar.

Anteriormente apontado pelos especialistas como “the next big thing”, o big data já é uma das principais formas de uma empresa gerar valor real por meio da tecnologia. Saber aproveitá-lo com sabedoria pode ser um fator de sucesso para o seu negócio.

O big data nada mais é do que uma grande quantidade de informação proveniente de fontes diversas, principalmente online. Além do volume de dados, o big data é veloz e pode fornecer diferentes tipos de informações.

Ao cruzar os dados e traduzir as informações, é possível aplicá-los nas estratégias da empresa e gerar insights que melhorem o desempenho do seu negócio, seja ele qual for. Inclusive, já existem empresas 100% orientadas por dados.

Na prática, o processamento de dados deve ter ao menos um objetivo que gere valor para a empresa. Entre os usos mais frequentes para apoiar a eficácia empresarial, o big data serve para realizar previsões de mercado e prognóstico, aprimorar as operações, fazer a gestão de talentos e identificar problemas.


Dicas para usar big data

A aplicação de técnicas de big data é específica para cada cenário, considerando o tipo de empresa, as informações que você precisa e como pretende aproveitá-las. Descubra como se iniciar nessa novidade.


Reflita se você realmente precisa

Assim como qualquer mudança, você precisa pensar se a sua empresa realmente precisa aderir a essa novidade. O big data não é um modismo, é uma ferramenta estratégica que precisa sem implementada com um objetivo para fazer a diferença.

Vale lembrar que o big data é um investimento de tempo, dinheiro e até mesmo de mudança na cultura empresarial já estabelecida. Só se aventure depois de uma boa reflexão e após fazer um planejamento completo para isso.


Estimule a mudança de mentalidade

Especialmente nas empresas tradicionais, a implementação do big data pode acarretar em resistência e objeções dos funcionários. Se papel é deixar claro a importância de tomar decisões baseadas em informações e métricas 100% confiáveis.

Líderes e gestores devem liderar a mudança, usando os dados em suas análises e processos de tomada de decisão e reconhecendo os funcionários que incorporam o big data em suas tarefas cotidianas.


Monte uma equipe

Para extrair o máximo de informações relevantes, é melhor contar com uma equipe especializada. Quanto mais detalhes e análises você precisar, mais importante esse time será para atingir o objetivo.

Considere a contratação de um cientista de dados. Esse novo profissional é capaz de adquirir os dados e então limpar, selecionar, organizar e prepará-los para que suas habilidades matemáticas, estatísticas e tecnológicas gerem os insights e a inteligência de negócio que você necessita.


Procure a solução adequada

Cada vez mais são criadas ferramentas que capturam, processam e entregam informações a partir de recursos de análises avançados e aprofundados. Amazon, Google, Windows e Facebook são alguns exemplos de players com os quais você pode começar.

A democratização dos dados permite que você mesmo ou um usuário comum desempenhe essa função. No entanto, ter conhecimentos básicos sobre TI pode auxiliar a otimizar algumas tarefas.


Use a nuvem a seu favor

Trabalhar na nuvem traz uma série de benefícios: os dados podem ser acessados de qualquer local, sua implementação é mais barata e a segurança é muito mais confiável. Porém, o ideal é contar também com uma solução de armazenamento local.

Procure por uma solução que permita que a sua empresa aproveite por completo as funcionalidades da plataforma de big data. Atualmente, muitas empresas preferem uma configuração híbrida de nuvem e armazenamento local para atender às necessidades.


Realize a manutenção

Por se tratar de um processo que envolve tecnologia, a atualização é essencial, não só para as ferramentas escolhidas, mas também para os funcionários que atuam diretamente com o big data e aqueles que são impactados pelas informações coletadas.

Dessa forma, você poderá garantir a qualidade do conteúdo, da segurança, das decisões estratégicas, da operação e da satisfação do cliente, o que, consequentemente, fará a diferença para o seu negócio prosperar.


Apresentando os dados

Para fazer com que a informação gerada seja facilmente compreendida, é essencial pensar em uma forma de apresentá-la. Na maioria das vezes os recursos visuais são os mais utilizados.

O desafio, no entanto, é entender como usar tabelas e gráficos com diferentes estruturas, formatos, tamanhos, cores e fontes para exibir o volume de informações que você precisa apresentar. Para isso, conte com ferramentas como Microsoft Power BI, Tableau e bibliotecas Java Script.


Não deixe de realizar uma auditoria

A auditoria de contas tradicionalmente não é realizada em processos tecnológicos, porém, ela pode e deve fazer parte do big data. Ela deve ser entendida como um processo pontual, capaz de solucionar um problema específico ou apoiar uma determinada fase de um projeto.

Além disso, a auditoria está relacionada à segurança regulatória das empresas, uma exigência para diversos negócios e para diversas áreas de atuação de uma mesma empresa. Assim, será possível controlar e aprimorar de forma contínua as áreas envolvidas com o processamento de informações.

Relembre 12 eletrônicos que marcaram época e eram símbolos de ostentação na década passada.

Muitos eletrônicos que hoje são vistos com desdém, tratados como velharia ou considerados obsoletos e ultrapassados já tiveram os seus tempos de glória.

No começo esses objetos na maioria das vezes custavam caro por ser novidades da época ou simplesmente por terem sido fabricados por marcas famosas.

Certo é que, poucas pessoas tinham condições financeiras de adquirir esses produtos e quem conseguia, claro, que usava de ostentação com os familiares e amigos.

Confira nossa lista de 12 produtos eletrônicos que marcaram época e se tornaram ícones na ultima década


1 – Motorola V3Este talvez tenha sido um dos celulares que mais marcou época – O Motorola V3 tinha uma tela frontal que era novidade na época, e por seu valor pouco acessível, tornou simbolo de ostentação.


2 – Aparelho de MP3 Quem não lembra do aparelhinho de MP3? esse dispositivo mudou bastante a forma de escutar musicas, com uma grande capacidade de armazenamento, era só conectar o dispositivo no PC encher de musicas e sair por ai, no começo esse dispositivo era muito caro, mas se popularizou quando modelos mais baratos chegaram ao Brasil.


3 – Aparelho de MP4  Apesar de não ter feito tanto sucesso, também marcou época, o dispositivo que mais se destacou foi o iPod da Apple, era muito superior ao MP3 e tinha maior capacidade de armazenamento e uma tecnologia mais avançada, mas o preço alto deixava o produto restritos à poucos.


4 – Maquina Digital –  Lembra da época em que as fotos eram tiradas por câmeras analógicas? e que não dava para visualizar as fotos já batidas, além disso os flashes eram limitados. Imagina a revolução que a máquina digital causou, com ela você poderia visualizar as fotos na tela de LCD da própria câmera e ainda transferir as imagens para o computador em poucos cliques.


5 – Computador do MilhãoEsse equipamento foi pensado por Silvio Santos e a sua equipe, que pretendia fazer algo novo, apesar de alguns problemas, o PC já foi desejado por muita gente, o computador do milhão vinha completo, com caixas de som, impressora e até microfone, além de ter um desempenho invejável naquela época.


6 – Vídeo Game PS1 Na época esse dispositivo viciava os jogadores, com gráficos e jogos até então que causavam admiração. Poucas pessoas tinham o PS1 em casa, era visto com mais frequência em Lan House e casas de Games. Mas eu lembro que saia correndo da escola para jogar uma partida de futebol virtual com os amigos.


7 – Aparelho de DVD Quem nunca assistiu a um filme em VHS? mas quando o DVD chegou aposentou de vez essa tecnologia, o DVD trouxe algumas inovações como assistir filmes com muito mais efeitos e qualidade de imagens, além de poder usar as funções do Menu, o que não tinha no VHS.


8 –  TV de tela PlanaQuem nunca sonhou com uma TV de tela Plana, para poder assistir melhor as imagens e filmes vindos do seu novo aparelho de DVD? Mas apesar do sucesso, as TVs de tela plana não ficaram muito tempo em evidência, ainda mais após o surgimento das TVs de LCD e LED que pouco tempo depois dominaram o mercado.


9 – Notebook Pense BemEste é considerado um dos primeiros notebooks que algumas pessoas tiveram contato, na verdade se tratava de um jogo eletrônico de perguntas e respostas com funções bem avançadas para a época, tecnologicamente falando, era superior aos outros brinquedo e por isso custava mais caro.


10 – Relógio do Baú –  O relógio que informava as horas com a voz do Silvio Santos, foi motivo de ostentação por um bom tempo, mas depois perdeu a graça, talvez as pessoas que usavam ficaram enjoadas de ouvir o Silvio repetir as horas sempre com a mesma voz.


11 – Game Gear –  A novidade desse game era a tela colorida, além disso tinha a opção de assistir canais de TV com o uso de um adaptador, mas por não ser tão acessível financeiramente poucos tinham acesso a esse produto e os que conseguiam comprar, usava-o como ostentação.


12 – Walkman Digital – Exatamente por ser digital que esse aparelhinho fez tanto sucesso, nesta versão já era possível salvar as suas rádios favoritas, tinha um visor bem atraente com dígitos que hoje é comum ver em rádios de carro. O preço também não era nada acessível, e poucos possuíam.


Nos dias atuais realmente é difícil imaginar que alguém ainda utilize alguns desses eletrônicos, talvez o que ainda podemos ver com mais frequência é o uso da máquina digital, logicamente numa versão mais moderna, e ainda algumas TVs de tela plana, que apesar de não serem mais fabricadas muitas pessoas ainda utilizam.

Você concorda com a nossa lista? ou sentiu falta de algum produto que não foi citado, mas marcou a sua infância por exemplo? Deixe um comentário contando a sua experiência

 

A IBM e o Facebook fecham parceria para desvendar os desejos dos consumidores online.

Os dois gigantes da tecnologia agora trabalham juntos para desvendar o desejo de consumo dos internautas e ajudar as marcas a direcionarem campanhas de acordo com as necessidades e preferências dos clientes.

O Facebook é considerado a maior rede social do mundo, com mais de 1 bilhão de usuários no mundo –  89 milhões de acessos mensais apenas no Brasil.

É um volume de dados gigantesco, que agrega informações de perfis, likes, comentários, cliques, buscas e conversas de chat.

Esta união de gigantes significa milhões de oportunidades que virão à tona através de uma análise precisa da IBM que cruza dados como clima, localização, histórico de compras, e muitos outros para que as marcas possam criar experiências cada vez mais específicas, de acordo com as buscas individuais de seus clientes.

As vantagens vêm também para os usuários do Facebook, que poderão dizer às suas marcas preferidas exatamente o que querem, o que gostam e o que esperam.

O Facebook vai ser a primeira empresa a aderir ao novo IBM Commerce THINKLab, um ambiente de pesquisa e colaboração em que as empresas irão trabalhar diretamente com marcas para acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias concebidas para personalizar a experiência dos clientes.

Pesquisadores da IBM, peritos do Facebook, especialistas de domínio, designers e outros parceiros estarão disponíveis para trabalhar lado a lado com os clientes para identificar áreas específicas de necessidade e gerar novas soluções.

“Nossa parceria com a IBM vai ajudar marcas famosas a alcançarem personalização em grande escala usando nuvem de marketing da IBM para encontrar e envolver seu público-alvo no Facebook, bem como resolver os seus desafios através da consultoria com a IBM Commerce THINKLab“, disse Blake Chandlee, vice-presidente de Parcerias para Facebook.

A IBM já vinha trabalhando com os clientes para mudar seus produtos de acordo com as demandas e agora irá aumentar seus esforços com essa parceria.

“As alterações do produto são um ponto fundamental para a IBM na batalha ainda em desenvolvimento contra Oracle, Salesforce, Adobe e NetSuite pela supremacia na automação de marketing e na tecnologia de nuvem para o comércio eletrônico”, destacou Deepak Advani, gerente geral da IBM Commerce.


♦ Na prática

Consumidores vivem em um mundo de gratificação instantânea – eles não só esperam que as empresas tenham canais de mídias sociais, como também que estejam prontas para responder suas questões rapidamente.

42% esperam que a resposta venha em menos de uma hora
25% esperam que venha no mesmo dia
9% querem uma resposta em 5 minutos
 
Até 2018, marcas que oferecerem personalização irão se sobressair cerca de 30% àquelas que não oferecerem este tipo de serviço.


♦ Como tudo acontece

De um lado o Journey Designer ajudando as marcas a criarem campanhas personalizadas de engajamento e o Journey Analytics para compreender as respostas dos consumidores.

Do outro, as ferramentas de publicidade do Facebook e os dados obtidos por elas na rede social. São estes recursos que permitirão que clientes de marketing da nuvem da IBM alcancem informações antes nem cogitadas.


♦ Por que isso é importante?

  • 90% dos profissionais de marketing concordam que experiências personalizadas são fatores críticos para o sucesso da marca.
  • 4 a cada 5 consumidores acreditam que marcas não os entendem como indivíduos.

“Juntaremos habilidades de todas as áreas da IBM de acordo com o problema que iremos resolver. Não há nada mais importante dentro do nosso portfólio do que a colaboração centrada no cliente”, diz Advani.

Advani também destacou que , através da colaboração, as empresas de bens de consumo e varejistas serão capazes, de forma rápida e prática, de ter uma visão mais clara sobre as expectativas dos clientes e assim poderão proporcionar a eles experiências mais atrativas.

Por exemplo, um varejista lançando uma nova linha de engrenagens pode usar audiências personalizadas do Facebook para pensar em soluções para grupos que estão interessados ​​em corrida de longa distância, e com base nas preferências criar promoções que atendam de forma bem mais assertiva às expectativas destes clientes.

Os comerciantes também poderão replicar campanhas para outros canais além do Facebook, como em suas lojas, sites e aplicativos móveis.


♦ De olhos abertos para as oportunidades

  • A maioria das organizações acredita ter uma visão forte de seus clientes
  • 81% das marcas de consumo dizem que têm uma visão holística de trabalho de seus clientes
  • A maioria dos consumidores não se sentem compreendidos pelas marcas
  • 37% dos consumidores acreditam que seu varejista favorito o entende
  • 22% dos consumidores acreditam que o varejista médio os compreende
  • A experiência é a razão principal pela qual os clientes trocam de marca
  • 30% dos consumidores que mudam de varejista, indicam que o anterior falhou
  • 59% disse que mudou para algo melhor

Tagged Consumidores, Facebook, IBM

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Como será o computador que vamos usar do Futuro?

Não faz muito tempo que, quando falávamos em desktop, logo vinha à mente a imagem de um PC, como aqueles popularizados na década de oitenta e que se tornaram padrão de mercado, com os mais variados sabores de configuração, que dependia do poder aquisitivo de cada um.

O PC chegou deslumbrando a todos, servindo aos negócios e aos usuários domésticos que passaram a ter o poder de processamento em suas mãos, e até o usavam como fonte de diversão. Hoje, aquele computador pessoal que deu início ao que chamamos de plataforma baixa, está deixando aos poucos de existir no mundo empresarial.

O que antes parecia um extremo benefício, provendo aos usuários um ambiente gráfico, uma plataforma flexível e mais amigável, tem demonstrado nos últimos anos, ser dispendioso e ineficiente no que tange ao real aproveitamento de seus recursos computacionais.

Não há mais sentido em usar tecnologia que não traga alguma vantagem competitiva, ou que não esteja relacionada aos negócios.

Sobre essa ótica, percebemos que o modelo tradicional de uso do desktop, cuja área de trabalho é devidamente configurada para o acesso às aplicações, já não possui o apelo original, em função dos orçamentos cada vez mais enxutos e da necessidade de se aumentar a produtividade.

Nessa linha de pensamento, a mobilidade oferece agilidade e suporte na tomada de decisão em campo, favorecida pelo custo reduzido da conectividade. Nessa modalidade de trabalho surgiram diversas soluções específicas, que apontam para o “Desktop do Futuro”.

Começamos pelos notebooks que, juntamente com as redes celulares 3G, provêm uma alternativa de mobilidade e cujo volume atual de vendas já é superior ao dos desktops. O seu custo total de propriedade, entretanto, ainda não difere muito quando comparado a esses, no uso tradicional, ou seja, com todas as aplicações e sistema operacional instalados localmente.

Uma segunda vertente não tão nova, a dos thin clients, passou a ganhar força com o avanço da virtualização nos mercados corporativos. Tendo a seu favor o aspecto financeiro, face à economia de energia e dos baixos custos de manutenção. Esses dispositivos funcionam basicamente como um terminal de acesso a um desktop virtual.

Recentemente ressurgiram os chamados netbooks, cuja portabilidade é o maior apelo, com seu diminuto tamanho e extrema leveza, combinados com preços atraentes. Sem falar na substancial popularização dos smartphones, hoje verdadeiros computadores de bolso.

Todos esses dispositivos, aliados às novas maneiras de se acessar a área de trabalho ou conteúdos, darão origem ao “Desktop do Futuro”, o qual dependerá de uma infraestrutura virtual (pública ou privada) e deixará de ser um hardware específico, atrelado a um determinado local, para ser um ambiente de trabalho dinâmico e acessível a todo momento.

Novas oportunidades de trabalho surgirão com a oferta de produtos e serviços baseados nesse novo conceito, beneficiando não só as empresas que se ocupam da construção dessas infraestruturas virtuais, mas também aos usuários que farão melhor uso do tempo e dos recursos.

Imagine poder acessar todas as suas aplicações e documentos não importando onde estejam, através de qualquer dispositivo que se tenha em mãos!

O ambiente de trabalho nunca mais ficará confinado em um PC. No futuro a relevância estará nos métodos de acesso e não na propriedade de um dispositivo. Um novo paradigma será quebrado, e quem não pegar essa “onda” poderá acabar “morrendo na praia”.

Escrito por: Wainer Mendes Toni