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Dicas de Segurança para Não Cair em Golpes On-line.

Golpes pela internet se tornaram muito comuns, é fácil encontrar pessoas que já foram vitimas ou conhece alguém que sofreu algum tipo de golpe on-line. Veja dicas de como se proteger dessa ameaça real.


Com cerca de 26 mil tentativas de golpes virtuais por dia, o Brasil é um terreno fértil para os famosos golpes da internet. Diferentemente dos vírus que são programas maliciosos que se espalham na rede, os golpes tentam enganar e induzir o usuário ao erro.

Alguns desses golpes existem antes mesmo da internet, mas
foram adaptados para a era virtual e estão ficando cada vez mais sofisticados e
difíceis de identificar.

Além de atualizar seu antivírus 2019 para a versão 2020
e proteger seu computador, daremos aqui algumas dicas de como identificar e se
prevenir contra golpes on-line. Confira!


1) DESCONFIE DE OFERTAS MUITO TENTADORAS


Um dos golpes mais comuns é o de spam e phishing enviados por e-mail, onde as mensagens estão sempre avisando que você ganhou um grande prêmio ou herdou uma herança milionária.

Os golpistas exigem o pagamento de uma “taxa” para você ter
acesso ao prêmio e é aí que se encontra o perigo.

Para evitar esse tipo de e-mail o melhor é sempre sinalizá-lo na sua caixa de entrada como “lixo eletrônico” e ele automaticamente será mandado para a lixeira. Alguns e-mails já possuem um botão para identificar o phishing e reportar esta prática.

Proteger de Golpes On-line

2) CUIDADO COM DESCONHECIDOS


Outro tipo de golpe via e-mail ou redes sociais/chats é o scam amoroso
ou golpe do namoro virtual. É
basicamente um golpista por trás de um perfil falso seduzindo pessoas on-line.

Geralmente se passa por uma pessoa de outro país, que depois
de ganhar intimidade e a confiança da vítima começa a pedir quantias em dinheiro.

Uma forma de evitar o scam amoroso é sempre desconfiar de estranhos que tentem se aproximar de você na internet pedindo informações pessoais e denunciando o perfil para a Safernet.


3) CONFIRA A FONTE DAS INFORMAÇÕES


Com uma população de 13 milhões de desempregados segundo o
IBGE, o golpe do emprego falso tem
feito muitas vítimas no Brasil. As vagas falsas são sempre em empresas de
grande renome e oferecem um salário acima da média.

Quando as pessoas clicam no link são redirecionadas para
páginas fraudulentas que pedem informações pessoais, senhas e até mesmo
transferências bancárias para “provas de seleção” ou “materiais de apoio”.

Uma forma de identificar esse golpe é sempre conferir se as vagas de emprego são reais
nas plataformas das empresas e em sites confiáveis como LinkedIn, Infojobs e
outros.

Gostou das dicas? Sabe mais alguma forma de se defender contra golpes na internet? Compartilhe com a gente nos comentários!


Este artigo foi criado pela equipe Bitdefender para uso exclusivo do blog Infotec Blog

Imagens:  Pixabay (Methodshop); Rawpixel

8 vantagens da VPN.

A tecnologia VPN (Rede Privada Virtual) veio como uma resposta ao pedido de pessoas para proteger suas atividades e confidencialidade online.

Além dessa
funcionalidade, a tecnologia ajuda os usuários da Internet a acessar conteúdos
restritos de qualquer lugar do mundo, com apenas um clique do mouse.

Portanto, podemos dizer que uma VPN é uma solução segura que permite que seus usuários enviem e recebam dados pela Internet, mantendo a privacidade e a confidencialidade de seus dados, com base em seu nível de criptografia.

A cereja do bolo é que uma VPN irá desbloquear a internet, fornecendo-lhe a liberdade mais desejada que você merece.

É óbvio que a tecnologia VPN foi desenvolvida devido à necessidade de segurança das pessoas e, principalmente, devido à necessidade de enviar dados criptografados em uma rede.

Mas além do papel de criar um “escopo privado de comunicações por computador”, a tecnologia VPN tem muitas outras vantagens:

phishing

Segurança melhorada. Quando você se conecta à rede por meio de uma
VPN, os dados são mantidos seguros e criptografados. Desta forma, a informação
está longe dos olhos dos hackers.

Controle remoto. No caso de uma empresa, a grande vantagem de ter uma VPN é que a informação pode ser acessada remotamente, mesmo em casa ou em qualquer outro lugar. É por isso que uma VPN pode aumentar a produtividade dentro de uma empresa.

Compartilhar arquivos. Um serviço VPN pode ser usado se você tiver
um grupo que precise compartilhar dados por um período prolongado.

Anonimato online. Através de uma VPN, você pode navegar na web
em anonimato completo. Em comparação com o uso de software IP ou proxies da
Web, a vantagem de um serviço VPN é que ele permite que você acesse aplicativos
e sites da Web com total anonimato.

Altere o endereço IP. Se você precisa de um endereço IP de outro
país, uma VPN pode fornecer isso.

Melhor performance. Largura de banda e eficiência da rede
geralmente podem ser aumentadas quando uma solução VPN é implementada.

Reduzir custos. Depois que uma rede VPN é criada, o custo de
manutenção é muito baixo. Mais do que isso, se você optar por um provedor de
serviços, a configuração e a vigilância da rede não são mais uma preocupação.

Desbloquear sites e ignorar filtros. As VPNs são ótimas para acessar sites bloqueados ou para ignorar filtros da Internet. É por isso que há um aumento no número de serviços de redes privadas usados ​​em países onde a censura na Internet é aplicada.

Assistir Netflix VPN

Imagine assistir o masterchef Austrália ao vivo ou acessar o catálogo da Netflix dos Estados Unidos, por exemplo. Tudo isto é possível com um bom aplicativo VPN.

Também é possível ver partidas de futebol
inglês e conseguir preços mais baratos de passagens aéreas e reservas de
hotéis.


O que mais você precisa saber!

Redes wi-fi públicas são uma ameaça real. Evite acessar uma rede aberta sem estar com um aplicativo VPN ativado, principalmente por causa de ataques tipo Man-In-The-Middle que os hackers costumam fazer em espaços como aeroportos.

As redes privadas não são muito seguras, porque o seu provedor de serviços de internet pode dar uma olhada em qualquer coisa que você faça. Você nunca pode ter certeza se está prestes a se conectar a uma rede segura, a menos que mantenha sua atividade na Internet segura.


Imagens de Werner Moser por Pixabay

6 Dicas para Identificar uma Fake News.


As fake news nunca foram tão comuns como nos tempos atuais. Com a facilidade de criar e disseminar conteúdo na internet através das redes sociais, as notícias falsas circulam livremente pelas telas de computadores e celulares dos internautas de todo o mundo. 

As notícias mentirosas são criadas com o
intuito de promover alguma vantagem
a uma pessoa ou um grupo, seja ela
financeira, política ou social. Os prejuízos, porém, vão além da esfera social,
já que as fake news têm sido
utilizadas também como forma de espalhar malwares

em dispositivos.

>>> Confira algumas dicas para identificar fake news:


Atenção às Manchetes Sensacionalistas

Na maior
parte das vezes, as fake news trazem
títulos um tanto apelativos para chamar
a atenção do leitor
e provocar um
senso de urgência
. Por isso, se a manchete tiver palavras como “atenção” ou
“cuidado”, desconfie e vá mais a fundo para descobrir se realmente se trata de
informação verdadeira.

Pessoa usando o celular

Leia a Matéria Completa

Seja o título sensacionalista ou não, é muito importante ir além da manchete antes de compartilhar a informação em qualquer meio. Os criadores das notícias falsas sabem que muitas pessoas sequer abrem a matéria antes de dividir com outros em redes sociais, por exemplo. É comum o artigo ser incompatível com o título.

Verifique a Data da Postagem

Outra forma
comum de disseminar fake news é
usando informações antigas e fora do contexto. Então, não se
esqueça de conferir a data em que a matéria foi publicada e se os fatos citados
são realmente atuais.

Pessoa pesquisando no google pelo laptop

Cheque a Fonte

Com o advento
da internet, qualquer pessoa pode criar e compartilhar suas ideias e
informações. O que tem um lado bom também pode ser um facilitador para a
propagação das fake news.

É importante
sempre conferir a fonte da notícia e
verificar se o autor tem credibilidade para escrever sobre tal assunto. Além
disso, procurar pela mesma informação em
outros sites
é também uma forma de averiguar a veracidade do conteúdo.

Fake News e a Disseminação de Malwares

Além de
trazer prejuízos sociais, as fake news
podem ser usadas como iscas para links
maliciosos
, prejudicando computadores e celulares. Muitas vezes os sites
onde essas notícias são hospedadas ocultam programas e códigos danosos no
conteúdo.

Para não cair nessa armadilha cada vez mais comum, instale o melhor antivírus de 2019 que puder em seus dispositivos.

chegando fake news

Não Compartilhe se Não Tiver Certeza da
Veracidade

Se você realizou as checagens anteriores e ficou com dúvidas, não compartilhe. Por mais que pareça inofensivo, cada pessoa que divulga uma fake news ajuda na propagação de algo mentiroso, que pode prejudicar muita gente, além de auxiliar na disseminação de malwares.

Conhece outra dica boa para verificar se o conteúdo é fake news? Compartilhe nos comentários!


Este artigo foi criado pela equipe Bitdefender para uso exclusivo do blog Infotecblog.

Imagens: Pexels, Pixabay.

Vírus e antivírus: maiores mitos e verdades.

Desde que a internet se tornou um item
fundamental no dia a dia de muitas pessoas, a proliferação de vírus e web ataques também se intensificou em
grande escala.

Felizmente, muitas ferramentas e softwares foram criados para que os usuários possam se proteger contra qualquer tipo de ameaça que coloque em risco sua privacidade. Isso deu origem a vários mitos – que se tornaram dúvidas frequentes – para quem busca proteção e tranquilidade ao navegar na internet.

Pensando nisso,
preparamos uma lista com alguns dos principais mitos e verdades sobre vírus e antivírus. Confira!

1. Posso ser infectado apenas visitando uma página?

Verdade!
Infelizmente, pode. Assim como mensagens de e-mails, sites também podem contar
com scripts maliciosos. Muitas vezes,
esses códigos são inseridos indevidamente em sites altamente populares,
aumentando ainda mais o risco de proliferação.

Neste caso, a
dica é manter seu navegador e antivírus
atualizados
para evitar qualquer tipo de problema.

2. Dois antivírus funcionam melhor do que um?

Mito! Está
muito enganado quem pensa que dois antivírus instalados em um computador é
sinônimo de mais proteção. Com esta ação, os softwares podem competir entre si,
deixando o sistema mais lento e abrindo brecha para que a funcionalidade de um
anule a proteção do outro.

No geral, o
que difere um antivírus do outro são detalhes de desempenho e configurações.
Por isso, escolha sempre o mais apropriado para suas necessidades pessoais.

Um exemplo é o Software Internet Security, da Bitdefender, que oferece proteção contra ameaças na internet para Windows, sem comprometer os recursos do sistema.

Homem sorridente utilizando computador livre de vírus

3. Vírus tem capacidade suficiente para destruir o
hardware?

Verdade! A
maioria dos malwares não possui
capacidade para causar danos específicos ou físicos diretos na máquina, mas
programas nocivos podem abrir caminhos para que componentes do computador
entrem em exaustão.

Em outras
palavras, eles têm sim capacidade para
destruir um hardware
do seu PC. Não de forma imediata, mas é um risco a ser
corrido.

4. Firewall
básico pode funcionar como antivírus?

Mito! Um firewall, desde o básico ao mais
completo, é apenas um complemento ao antivírus e em nenhuma hipótese irá
substituí-lo.

Grande parte
dos antivírus possui firewalls de
qualidade, mas quem quer evitar conexões suspeitas e não autorizadas em sua
máquina com maior efetividade, recomenda-se instalar softwares mais
sofisticados desta categoria.

Mas é preciso
deixar claro: antivírus e firewall não é
a mesma coisa.

5. Vírus deixam o computador lento?

Verdade! Quase como um ditado popular, se o computador está lento é porque está com vírus. E quem diz isso tem razão.

Programas
maliciosos abusam da capacidade do processamento das máquinas e fazem com que o
PC fique mais “pesado”.

O motivo? Em
geral, malwares utilizam parte da
banda larga do usuário, dando a impressão de que o sinal da internet está
debilitado. Além da lentidão de funcionamento de programas e outros itens.

E você, tem alguma outra dúvida sobre o assunto? Deixe nos comentários! Teremos o maior prazer em ajudar! 🙂

Este artigo foi criado pela equipe Bitdefender para uso exclusivo do blog Infotec Blog.

Imagens: Pexels (Bruce Mars), Unsplash (Chris Ried)

Saiba como se proteger contra ataques de phishing.

O que não falta na internet são relatos de pessoas que caíram em phishing. Mas, afinal, o que é isso? Phishing é uma forma de ataque para roubar dados pessoais de um usuário.

De forma geral, o phishing acontece ao acessar um site falso que inicia um processo para coletar as informações do dono do computador, geralmente informações bancárias.

Seu nome tem base na palavra fishing, do inglês, que significa pescar. Ou seja, os hackers jogam uma isca, tentando enganar e assim atrair as vítimas para um golpe virtual. Estima-se que um em cada quatro brasileiros já caiu em algum tipo de phishing, seja por e-mail, WhatsApp ou outras redes sociais.

Esse número corresponde à 25% da população do país, uma boa quantidade de pessoas sendo afetadas diariamente, muitas vezes, sem perceber. 

Não responda uma solicitação de envio de dados por e-mail 

Muitas vezes, recebemos e-mails que dizem ser de um banco ou de uma empresa séria. Em alguns casos, as mensagens são tão bem configuradas que parecem mesmo ser de alguma agência bancária. Se em algum momento for solicitado para que você insira dados financeiros ou confirme números do seu cartão de senhas, não responda.

O ideal é ligar para sua agência e confirmar se este é um e-mail do banco ou não. Além disso, preste atenção ao remetente da mensagem, pois nomes suspeitos são facilmente verificados em uma checagem simples. 

Procure acessar sites seguros 

Uma forma de saber se um site é seguro é se ele possui o “https://” e o símbolo de um cadeado na barra do navegador. E isso vale para todos os tipos de sites: redes sociais, bancos, lojas online ou plataformas de jogos. 

Sites confiáveis como o cassino Rivalo Brasil possuem esse recurso, além de oferecer o protocolo SSL em transações financeiras, o mesmo utilizado pelos bancos para dar mais segurança ao usuário. 

Phishing

Ative a autenticação de dois fatores nas redes sociais e e-mail 

Esse é um recurso simples, mas bastante eficiente. Quase todas as redes sociais e e-mails permitem que você reforce a segurança da conta por meio da autenticação de dois fatores do seu perfil.

Isso faz com que seja necessário informar um código extra recebido por SMS sempre que você quiser logar na sua conta. Na prática, não demanda tempo ou esforço do usuário, enquanto dificulta bastante o roubo de dados e acessos indevidos. 

Não clique em links suspeitos 

Todos os anos, novos golpes chegam ao nosso celular ou computador por meio das redes sociais. Neste começo do ano, o “golpe da vez” oferece lápis de cor para roubar dados pessoais e instalar um vírus no smartphone dos usuários.

Por isso, quando você receber algum link que pareça suspeito pelo celular, pesquise antes de clicar. Verifique se há alguma informação se é ou não um vírus para só então acessar. 

Evite testes do Facebook 

De tempos em tempos, novos testes surgem no Facebook. Seja os que mostram sua versão no sexo oposto, qual foi a sua profissão em outra vida ou como você será na velhice, o que não faltam são aplicativos que prometem diversão ao usuário da rede social.

Entretanto, alguns desses sites fazem testes com a intenção de capturar dados e vender para outras empresas. Em alguns casos, o phishing acontece ao entrar em brincadeiras inocentes. Por isso, tenha bastante atenção e veja se vale a pena o risco. 

Agora que você já sabe algumas dicas, fique atento para continuar com uma navegação segura e sem incidentes. Ninguém quer fazer parte da estatística sobre phishing, certo? Esteja atento para não cair em armadilhas. 

Como Evitar Golpes na Internet durante a Black Friday.

Black Friday: Saiba Como Evitar Golpes e Comprar com Segurança na Internet.


Com a proximidade da Black Friday, há quem já esteja de olho no produto desejado para adquirir durante a promoção.

Comprar na internet é prático, pois permite pesquisa de preços com agilidade, e quase sempre, valores menores em relação às lojas físicas.

A estimativa de faturamento apenas no varejo online deste ano é de R$ 2,2 bilhões, segundo pesquisa do Google Brasil.

E para você comprar com segurança durante a Black Friday, listamos algumas dicas para que a sua compra na internet não seja um problema:


≡ Atenção ao Phishing

É comum recebermos e-mails e anúncios em mídias sociais com promoções. Mas, é preciso ser cauteloso quanto a um dos mais recorrentes golpes na internet, o phishing (do termo fishing, de “pescar”), que atua como um “ladrão de dados” e convence o usuário utilizando uma página fake de alguma marca famosa.


♦ Confira algumas dicas para evitá-lo:

  • Ao receber e-mails ou links, busque o site original: se você recebeu uma promoção incrível em seu e-mail, página do Facebook ou WhatsApp, entre diretamente no site ou app oficial ou na fanpage autenticada da loja e busque o produto. Não o encontrou? Faça contato com a empresa e verifique se a promoção realmente existe.

  • Confira o endereço da URL na barra de endereços do navegador: se o endereço estiver lotado de caracteres desordenados, ou ainda, se mudar detalhes, como a ausência do “.br” em um site que tem domínio brasileiro, desconfie. Por exemplo: se o site da loja é “nomedaloja.com.br” e você está navegando por meio de um link em “www.blackfriday.nomedaloja.com” seguido por caracteres ilógicos, não prossiga. Confira também se ao lado da URL há um “cadeado” antes do endereço, pois é um indicador de que o site é seguro.

  • Desconfie de promoções absurdas: mesmo durante a época de Black Friday, seja crítico! Se um smartphone normalmente custa R$ 4.000,00, dificilmente será vendido por R$ 1.000,00 durante a promoção. Fique longe também de premiações que você sequer se inscreveu.

≡ Utilize antivírus no computador e celular

 Para proteger definitivamente seu PC, notebook ou smartphone, vale a pena comprar um antivírus que contemple tanto o computador como o celular e os proteja durante a navegação em páginas de internet banking, por exemplo.

Há também opções de antivírus gratuitos que são antiphising e antifraude, mantêm senhas e dados pessoais seguros, detectam ameaças em tempo real, removem malwares e defendem contra fraudes na internet. O importante é não deixar seus dispositivos desprotegidos!


≡ Cuidado com ofertas maquiadas

Além da atenção redobrada quanto às ações dos cibercriminosos, os consumidores devem atentar-se também aos valores divulgados pelas lojas.

Algumas lojas, apesar de comunicarem desconto, não o aplicam e vendem o produto com o mesmo preço (ou até mais caro!) do que fora da promoção. Para não cair em armadilhas, pesquise se realmente a oferta vale a pena! Seu bolso agradece!

Gostou das dicas para comprar sem cair em golpes durante a Black Friday? Deixe sua opinião nos comentários!


Este artigo foi criado pela equipe Bitdefender para uso exclusivo do blog Infotec Blog.

Imagens: Pexels (Bruce Mars), Flickr (Hivint), Pexels (Porapak Apichodilok)

Conheça os principais riscos do compartilhamento de informações nas redes sociais.

Saiba os perigos que você pode ter que encarar ao se expor na internet.


O surgimento de ferramentas de blogs, que permitiam a pessoas comuns escreverem na internet o que bem entendiam, trouxe consigo o perigo da exposição exagerada na rede.

Redes sociais apenas intensificaram isso, criando uma situação que acaba demandando o uso de, por exemplo, seguro celular para garantir sua integridade online.

Com a popularidade de redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, ficou muito fácil para o usuário abrir seu smartphone ou computador e compartilhar fotos, pensamentos e atividades para os seus contatos.

Se por um lado isso pode aproximar pessoas queridas, o compartilhamento excessivo de suas informações pode atrair os olhares de pessoas mal-intencionadas, que podem trazer dano moral e físico para você.


1 – Roubos

Imagine a seguinte situação. Você posta no Twitter a vontade de tirar férias. Durante meses, postagens nesta e em outras redes sociais mostram bens que você possui na sua residência.

Em algum momento, você revelou aproximadamente onde ficava a sua casa, seja por geolocalização ou por fotos que mostravam pontos de referência.

Suas férias finalmente chegam e você sai viajar. Comenta no Twitter, compartilha fotos no Facebook e Instagram, mostrando que está longe de casa. Quando retorna, alguém entrou na sua residência e levou seus bens. Como eles sabiam que você não estaria lá?

Exatamente, postagens em redes sociais tendem a mostrar demais por onde anda e quando, tornando os usuários dessas redes alvos fáceis para roubos. Isso poderia ser evitado ao saber exatamente para quem você revela detalhes da sua vida na internet.


2 – Difamação

Um dos riscos que redes sociais trazem e que muitas pessoas não levam em consideração é da criação de fakes para difamar alguém.

Você posta suas fotos, as coisas que faz e suas opiniões nesses sites. Por algum motivo, alguém cria uma antipatia por você e resolve se vingar.

Envolto no manto do anonimato, a pessoa recolhe as informações que você compartilhou livremente e utiliza tudo para encontrar um meio de arruinar a sua imagem. Montagens, perfis falsos e perseguição não são atividades estranhas nos dias de hoje.

Muitos aplicam golpes, pedindo dinheiro para sumir com perfis falsos e com supostas informações difamatórias. Nesses casos, além de ser necessário contatar autoridades, muitas vezes o estrago já está feito.


3 – Sequestros e agressões físicas

Além da difamação, uma exposição exagerada nas redes sociais pode acabar gerando casos de agressões físicas e até mesmo sequestros. Digamos que você, após ter feito um comentário em alguma rede social como Facebook, encontrou um desafeto.

Palavras acaloradas foram trocadas, muitas vezes potencializadas pela liberdade perigosa que o mundo online nos traz, e você acha que tudo acabou por ali. O problema é que você não sabe como realmente são pessoas desconhecidas na sua vida fora da internet e, aquele desafeto pode ser alguém violento.

Você continua sua vida, postando fotos dos lugares que costuma ir, comentários sobre atividades e eventos que pretende participar. Quando está em algum desses lugares, é abordado por alguém que não desejaria, o seu desafeto.

Casos como esse aconteceram mais de uma vez em todo mundo, gerando situações com agressões físicas por causa de bate boca inofensivo na internet e, até mesmo, sequestros.

Tudo causado pelo compartilhamento exacerbado de informações em redes sociais.


≡ Então por que as pessoas continuam compartilhando tudo?

A ideia de falar para o mundo o que você faz e onde vai parece algo que não faz muito sentido, mas existe uma busca por aceitação e, muitas vezes, uma forma de criar uma identidade diferente da real no mundo digital.

Em 2012, um estudo feito pela Universidade de Harvard tentou entender o motivo pelo qual pessoas compartilham sua vida em redes sociais, muitas vezes ficando viciadas nesses sites.

O chamado oversharing (do inglês “compartilhar demais”) é uma atividade que, em algumas pessoas, funciona trazendo ao cérebro sensações similares ao prazer proporcionado por comida ou sexo.

A partir do momento em que você começa a compartilhar demais sobre a sua vida, em vez de apenas criar uma via de contato com outras pessoas, pode acabar criando a possibilidade de sofrer danos morais e físicos, além de também pode estar piorando sua saúde mental.

Em entrevista à revista TIME, a PhD em pesquisas de psicologia Peggy Drexler disse que o oversharing é um reflexo da maneira como reagimos ao ver outras pessoas compartilhando suas vidas.

A nossa “vontade de ouvir” nos faz querer acompanhar cada vez mais pessoas, muitas das quais não temos necessidade alguma de fazê-lo.

Após ver o que elas fizeram, a nossa “vontade de falar” faz com que comecemos a compartilhar cada vez mais de nossas vidas para sermos ouvidos por cada vez mais pessoas.

Para a PhD, uma solução para o problema é diminuir cada vez mais o seu círculo de contatos nesses sites, focando em pessoas próximas, abrindo exceções de tempos em tempos, para diminuir a necessidade de compartilhar tanto os seus dados na internet.

5 Sinais de que o seu Computador está com Malware.

A cada dia, novos malwares são criados, e ficar totalmente livre de ataques é praticamente impossível. Por isso, prestar atenção aos “sintomas” que mostram que o seu computador pode estar infectado é um cuidado importante e que deve ser tomado até mesmo por aqueles que utilizam os mais variados artifícios para ficar livre dessas pragas.

Por isso, separamos 5 sinais de que o seu PC está com algum vírus ou malware. Confira quais são eles:


  1. Lentidão no Sistema

Computador com lesma

Se você continua executando as mesmas tarefas, mas o computador mostrou uma lentidão repentina, fique atento! Isso pode ser um sinal de que há um programa malicioso comprometendo o funcionamento da máquina.

Outro sintoma de que a máquina está contaminada é notar a execução de programas em segundo plano que você não instalou – o que também é responsável por causar lentidão.


  1. Pop-ups Aparecendo do Nada

Popups no computador

Essa é uma das formas mais óbvias e visíveis para identificar a presença de um malware na máquina. Janelas com propagandas, pedido de instalação de programas e até assuntos pornográficos são indícios de que há algo errado no computador.

É comum também que elas apareçam aos montes, fazendo com que o usuário perca a cabeça e clique no conteúdo de alguma delas, apenas piorando a situação. Por isso, tente manter a calma e fechar uma janela por vez quando elas aparecerem.


  1. Redirecionamento de Sites

Site de busca redirecionado

Você digita um endereço eletrônico e é levado para outro lugar, muitas vezes uma página solicitando a instalação do Flash Player ou outro programa. Ou, faz uma busca no Google e o resultado da pesquisa aparece em outro site de buscas.

Esses redirecionamentos podem ser um malware que modifica a sua página inicial para uma que você não tenha configurado (e talvez nem conheça).

Caso o seu computador mostre algum desses sintomas, evite clicar no conteúdo das páginas redirecionadas e procure limpar o malware da máquina.


  1. Firewall e Antivírus Desativado

Firewall do Windows

Para dificultar ainda mais a sua detecção, muitos malwares conseguem desativar por conta própria os sistemas de proteção do seu computador, como o Firewall do Windows ou o antivírus instalado na máquina.

Portanto, esteja sempre atento se os softwares que atuam na segurança do seu PC estão habilitados.


  1. Falsos Programas de Segurança

Antivírus falso

Outra forma que os malwares atuam é tentando enganar o usuário ao se passar por um software de segurança, como um antivírus.

O programa “alerta” sobre uma suposta ameaça e oferece a solução com apenas um clique – é aí que você facilita ainda mais a vida do criminoso virtual.

Por isso, desconfie de ofertas boas demais e de programas que você não se lembra de ter instalado no computador.


» Como se Proteger das Ameaças?

Computador protegido por antivírus

Além de observar os sinais anteriores, um bom antivirus é essencial e ajuda muito a proteger o computador das ameaças de vírus e malwares.

Tomar alguns cuidados ao navegar na internet, como não clicar em links suspeitos também auxilia a ficar longe dessas pragas.

Conhece algum outro sinal de que um malware pode estar prejudicando o computador? Compartilhe nos comentários!

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Imagens:  Kinkead Tech, My Computer Works, PC Threats Experts, The Windows Club, Security Gladiators, Kinguin.

Os maiores ataques de phishing da história.

O phishing é uma prática muito comum na internet, e alguns ataques foram tão grandes que conquistaram seu lugar na história.


A internet é uma tecnologia maravilhosa, capaz de conectar pessoas e permitir que vários serviços sejam feitos no conforto de sua casa, como comprar comida, pagar contas e até mesmo trabalhar.

Porém, como não poderia deixar de ser, sempre existe o outro lado da história, que são pessoas que tentam se aproveitar dessas facilidades para benefício próprio e malefício alheio, o que é bem mais comum do que pode parecer.

Essas técnicas são conhecidas como phishing, que deriva do verbo fishing (pescar). Basicamente, é isso mesmo que acontece: alguém lança uma “isca” apetitosa e atraente para poder pescar informações sigilosas ou até mesmo dinheiro de outras pessoas.

Vários fatos se enquadram nessa categoria, como aquele antigo e-mail do príncipe nigeriano, que havia recebido milhões de dólares como herança, mas precisava de um adiantamento para liberar a quantia e depois, supostamente, reparti-la com quem o ajudou.

Entrar em um site falso do banco, com exatamente a mesma aparência, também é uma forma de phishing que pega muitas pessoas. Por isso, foram desenvolvidos softwares dos próprios bancos para evitar esse tipo de fraude.

Que tal conhecer os 5 maiores casos de phishing da história? Assim, além de aprender o quão perigosa pode ser essa prática, você também manterá a atenção redobrada na hora de baixar um anexo no e-mail ou de realizar alguma ação que lhe pareça suspeita.


1 – Fraude do depósito antecipado

Para começar a lista, vamos falar um pouco sobre o caso que foi comentado acima, do príncipe nigeriano. Ele também tem outras variantes, como o prisioneiro espanhol, o “scam 419” (artigo do Código Criminal Nigeriano que trata de enganar pessoas para obter dinheiro), entre outros.

Basicamente, a história é sempre a mesma: uma pessoa tem uma grande quantia de dinheiro, na casa dos milhões de dólares, mas está em uma situação difícil (geralmente a prisão) e precisa de uma quantia em dinheiro para sair dessa situação. Depois, a fortuna seria dividida com quem ajudou.

Porém, como pode parecer, esse era um truque. Depois de receber o dinheiro, havia duas possibilidades: ou o ladrão virtual desaparecia ou ainda mantinha contato, mas com a alegação de que precisava de ainda mais dinheiro para conseguir obter sua fortuna.

Não é possível saber exatamente quanto dinheiro já foi movimentado através desse truque de phishing, já que muitas pessoas são vítimas dele mas não reportam à polícia, geralmente por vergonha de terem caído em uma armadilha dessas.

Porém, um relatório de 2006 do governo dos Estados Unidos mostrou que os norte-americanos perderam US$ 198,4 milhões por fraudes na internet apenas naquele ano, o que resultou em uma média de US$ 5.100 por cada caso.

No mesmo ano, um relatório do Reino Unido afirmou que os scams custam, em média, £ 150 milhões por ano, com prejuízo médio de £ 31.000 por vítima.


2 – Operação phish phry

O nome dessa operação veio de uma brincadeira entre phishing e fry, que quer dizer frito. Porém, o caso não teve nada de divertido.

Em 2009, as autoridades dos Estados Unidos e do Egito acusaram 100 pessoas de usarem phishing scams (enganações pela internet) para roubar dados bancários de centenas, talvez milhares, de pessoas, além de transferirem US$ 1,5 milhão para contas falsas.

Uma investigação de dois anos fez com que a operação levasse à descoberta de um grupo de farsantes que tinham como objetivo obter dados de contas de norte-americanos através de phishing.

Na época, o diretor do FBI disse que esse foi o “maior caso internacional de phishing já conduzido”.


3 – O Diretor que deu um prejuízo de US$ 56,8 mi à empresa

Ser vítima de phishing já é algo bastante dolorido, ainda mais quando o valor é absurdamente alto, como no caso de Waltar Staphan, diretor da FACC, fabricante de peças de avião.

O diretor caiu em um golpe de phishing por e-mail, em que alguém se passava por outra pessoa de alto escalão da empresa, que precisava de uma transferência secreta de US$ 56,79 milhões. Staphan fez a transferência e foi imediatamente demitido.

A companhia disse que a equipe de supervisão chegou à conclusão de que o funcionário violou severamente seus deveres, ainda mais em relação ao incidente com o falso presidente. Aproximadamente 1/5 do dinheiro foi recuperado, mas o restante sumiu em contas da Eslováquia e da Ásia.

O valor de mercado da empresa subiu depois da notícia da dispensa de Staphan. Cômico, se não fosse trágico.


4 – Gigantes da internet também caem

Muitas pessoas podem pensar que essas tentativas de phishing afetam apenas usuários mais leigos da internet. Ledo engano.

O Google e o Facebook, duas das maiores empresas de tecnologia do mundo, foram vítimas de um homem lituano chamado Evaldas Rimasauskas, de 48 anos, que foi acusado de lavagem de dinheiro e falsificação ideológica grave, por ter se passado pela Quanta Computer, empresa que tem as duas gigantes como clientes.

Com isso, foi transferida uma quantia de aproximadamente £ 100 milhões. Ambas empresas disseram que conseguiram recuperar o dinheiro (ou ao menos a maior parte dele, como disse o Facebook), e o caso deixa bem claro que ninguém está a salvo.


5 – Nem as empresas de segurança estão imunes

O que chama mais atenção do que o Facebook é o Google caindo em um golpe de phishing? Uma empresa de segurança da internet que foi vítima disso.

A RSA sofreu com uma brecha de dados em 2011, mas não deu detalhes sobre como o ataque aconteceu. Depois de algumas semanas, a empresa revelou que sofreu uma vulnerabilidade no Adobe Flash, que não havia sido corrigida a tempo.

Através dessa falha, foi possível acessar os códigos-mestre de todos os tokens de segurança RSA SecurID, que por sua vez davam acesso às redes de defesa dos Estados Unidos.

Isso mostra que, por um lado, a tecnologia avança constantemente para a segurança, mas por outro, nunca se pode achar que ela já está em seu máximo, já que, infelizmente, muitos trabalham para o mal de outras empresas e pessoas.


» » Como se proteger dos ataques de phishing?

Basicamente, todo e qualquer contato com a internet já traz chances de que você seja vítima de phishing. Para isso, porém, basta seguir a algumas dicas simples.

É essencial utilizar um bom antivírus em sua máquina, já que eles contam com bancos de dados bem complexos, que conseguem entender quando um site pode ser perigoso e, assim, protegem o seu acesso.

Além disso, nunca clique em nenhum link que pareça suspeito, não importa se ele foi enviado por e-mail, SMS, WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram ou qualquer outro lugar.

Anexos também não devem ser abertos se você estiver com dúvida sobre o seu conteúdo. Se receber algo assim de um amigo ou parente, o melhor a se fazer é entrar em contato com ele para saber se realmente foi enviada alguma coisa por ele e se aquilo é seguro.

A atenção deve ser constante, já que a internet é usada para o bem, mas também pode ser para o mau, infelizmente. Por isso, todo o cuidado é necessário.

Além disso, sempre que precisar de empresas de telecom, internet e demais serviços, conte com as melhores do mercado, para que esteja totalmente protegido contra qualquer tipo de invasão e não sofra grandes prejuízos no futuro.

Como corrigir o erro 577 do Windows Defender no Windows 10.

O Windows Defender é um dos recursos importantes do Windows 10, pois fornece proteção incorporada para o sistema operacional aumentando a proteção contra malware e vírus.

É habilitado por padrão no Windows 10. Mas às vezes também pode mostrar problemas e erros. E esses erros podem ser porque outra ferramenta de segurança está impedindo o Windows Defender de funcionar corretamente.

O erro 577 no Windows Defender é um desses erros onde você não pode habilitar a proteção de vírus no Windows 10 usando o Defender.

O erro lê o seguinte: “Erro 577: o Windows não pode verificar a assinatura digital para este arquivo …”.

Então, como corrigir o erro 577 no Windows Defender? Vamos descobrir nesta publicação.


Causas do erro 577 no Windows Defender:

Há muitos motivos pelos quais esse erro pode ocorrer no seu PC. Um dos motivos pode ser devido a um ataque de Malware que pode ter desativado o Windows Defender no seu computador.

Nesses casos, você precisa fazer uma limpeza no sistema para eliminar essas ameaças. Outro motivo pode ser devido a outro Antivírus instalado que está impedindo o Windows Defender de funcionar. Nesses casos, talvez seja necessário desinstalar as ferramentas de terceiros.


Como corrigir o erro 577 no Windows Defender:

A solução mais simples para corrigir o erro 577 no Windows Defender é usando o Registro do Windows.

1. Abra o Editor de Registro e, para este uso, execute o comando no Windows 10. Pressione a tecla do Windows + R e digite regedit e pressione enter. Isso abrirá o editor de registro.

2. Agora navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE-> SOFTWARE-> POLÍTICAS-> MICROSOFT -> WINDOWS DEFENDER.


3. Agora, clique na tecla WINDOWS DEFENDER no painel esquerdo e isso mostrará algumas entradas no painel direito. Aqui você verá a entrada do DisableAntiSpyware.

4. Clique duas vezes na entrada e você pode ver o pop-up como mostrado na captura de tela acima.

5. Agora altere os dados do valor de 1 para 0. O valor 1 indica que ele está desativado e o valor 0 significa que está habilitado.

6. Agora você verá que o Windows Defender está ativo e o erro não retornará novamente.

7. Você também pode executar manualmente a ferramenta Defender AV a partir de C: Program Files Windows Defender e clicar duas vezes no arquivo MSASCui.exe.

Os ladrões de Bitcoin continuam a roubar criptomoedas de usuários

Os pesquisadores da Kaspersky Lab descobriram um novo malware que rouba criptomoedas de carteiras online de usuários ao trocar o endereço pelo próprio na área de transferência do dispositivo.

Os criminosos estão mirando em criptomoedas famosas como Bitcoin, Ethereum, Zcash, Dash, Monero e outros. Inclusive, eles já tiveram sucesso com roubo de carteiras de bitcoin, conseguindo quase 140.000 dólares ao todo, de acordo com dados da Kaspersky Lab.

Além disso, especialistas descobriram um novo Trojan, criado especialmente para roubar Monero, com algumas amostras disponíveis. 

O aumento contínuo de criptomoedas no mundo faz com que elas sejam um alvo cada vez mais atrativo para cibercriminosos. Os pesquisadores da Kaspersky Lab já descobriram um aumento de mineradores, que afetou milhares de computadores e geraram centenas de milhares de dólares.

Especialistas perceberam que esses criminosos estão usando cada vez menos técnicas e gastando cada vez menos tempo e pesquisas nessa área.

De acordo com a pesquisa, os assaltantes de criptomodeas – número que aumenta a cada ano – estão colocando cada vez mais em risco as poupanças dos usuários.

Os pesquisadores da Kaspersky Lab descobriram um novo Trojan, o CryptoShuffler, feito para alterar os endereços das carteiras virtuais de usuários na área de transferência do dispositivo infectado (um software facilitador usado para armazenamento de dados a curto prazo).

Os sequestros na área de transferência, que redirecionam usuários para sites maliciosos e miram pagamentos em sistemas online, são conhecidos há anos. Entretanto, casos envolvendo criptomoedas são raros.

Na maioria dos casos, se o usuário deseja transferir suas criptomoedas para outro usuário, é necessário saber qual o ID da carteira dessa pessoa – um número único e exclusivo. É nesse momento que o CryptoShuffler explora a necessidade do sistema de operar com esses números.

Depois que é iniciado, o CryptoShuffler começa a monitorar a área de transferência do dispositivo, utilizado pelos usuários enquanto fazem o pagamento. Isso envolve copiar e colar os números da carteira onde está escrito “endereço de destino”, usado para a transação do dinheiro.

O Trojan, então, troca o número original do usuário por um usado pelo criador do malware. O resultado? A vítima transfere seu dinheiro diretamente para o criminoso – a não ser que o usuário perceba a diferença dos endereços.

O último caso é raro, já que esse número que designa o endereço possui vários dígitos e os endereços geralmente são complicados para lembrar. Por isso, é difícil definir qualquer característica diferente na linha de transação, mesmo que esteja na cara do usuário.

A substituição de destino na área de transferência ocorre instantaneamente, graças à simplicidade de busca de endereços de carteira: a maioria das carteiras virtuais tem uma posição constante na linha de transação e sempre usa um certo número de caracteres.

Assim, os criminosos podem facilmente criar códigos regulares para substituí-los. Com base na pesquisa, o CryptoShuffler trabalha com uma ampla gama de criptomoeadas mais populares, como Bitcoin, Ethereum, Zcash, Dash, Monero e outros.

Até agora, com base nas observações dos pesquisadores da Kaspersky Lab, os criminosos por trás do CryptoShuffler tiveram sucesso em ataques contra usuários de carteiras de Bitcoin – eles conseguiram roubar 23 BTC, o que é equivalente a 140 mil dólares. O total em outras carteiras varia de alguns dólares a milhares de dólares.

As criptomoedas já não são mais uma tecnologia distante. Está em nossas vidas diariamente e espalhando-se ativamente em todo o mundo, tornando-se mais disponível para usuários, além de um alvo mais atraente para criminosos.

Ultimamente, observamos um aumento nos ataques de malware visando diferentes tipos de criptomoeadas, e esperamos que essa tendência continue. Então, os usuários que estão considerando investir em criptomoedas neste momento precisam garantir que eles tenham proteção adequada”, diz Sergey Yunakovsky, analista de malware na Kaspersky Lab. 

Especialistas também encontraram um outro Trojan que mira a moeda Monero – o trojan DiscordiaMiner, que foi projetado para carregar e executar arquivos de um servidor remoto.

De acordo com a pesquisa, existem algumas performances similares ao Trojan NukeBot, descoberto no início do ano. Assim como no caso NukeBot, a fonte dos códigos foi compartilhada em fóruns de hacking ilegal.

A Kaspersky Lab recomenda que os usuários instalem soluções de segurança na Internet, como o Kaspersky Total Security multi-dispositivos que, além de toda a gama de tecnologias de proteção, inclui tecnologia Safe Money que protege os dados dos usuários durante transações bancárias e financeiras.

Para obter mais segurança, este recurso busca vulnerabilidades conhecidas por terem sido exploradas por cibercriminosos, procura constantemente malware especializado, protege as transações contra intrusos com a ajuda da tecnologia do Navegador Protegido e preserva especificamente a área de transferência onde os dados confidenciais podem ser armazenados durante a cópia/cola dos dados das operações.

Qual o impacto das catástrofes naturais nos negócios e como a TI das empresas podem ser afetadas?

Na hora de contratar serviços de TI, tais como um data center, cloud, serviços baseados na nuvem (SaaS) ou plataformas hospedadas na nuvem (PaaS), as empresas podem optar por contratar provedores cujos servidores estão instalados em outros países.

As razões para isso podem ir desde o custo até para facilitar questões burocráticas e legislativas que envolvem alocar os dados no exterior ou no próprio país, por exemplo.

A tecnologia por trás desses serviços, a princípio, prevê que a transmissão dos dados não afete o desempenho contratado pelo cliente que, em linhas gerais, o que deseja é que seus arquivos estejam seguros e disponíveis em tempo real.

Em condições consideradas normais, essa demanda é facilmente atendida.  Entretanto, as recentes catástrofes naturais causadas pelos furacões Maria, no México, e Irma, no Caribe e Estados Unidos, mostraram uma vulnerabilidade pouco comentada.

De uma hora para outra, empresas instaladas no Brasil – e em outras localidades bem distantes dos furacões – tiveram seus sistemas e serviços afetados por uma catástrofe que estava acontecendo do outro lado do planeta.

Quais impactos sobre os negócios? Que tipo de prejuízo uma empresa pode ter quando os seus dados ficam indisponíveis e sem previsão de retorno?

Os casos são inúmeros. Um e-commerce, por exemplo, pode ficar fora do ar e perder vendas, uma instituição de ensino pode ver seu sistema fora do ar e ficar impossibilitada de dar continuidade às atividades.

Hospitais podem ficar sem acesso aos prontuários dos pacientes, comércios podem ficar sem acesso ao sistema de pagamento e recebimento, um sistema financeiro pode ficar lento, o que acarretará prejuízo para a própria instituição e consequentemente para os seus clientes.

O uso da tecnologia digital cria a necessidade de apoio a interações em tempo real, que, por sua vez, exige mais velocidade de interconexão.

De acordo com a Accenture, o uso da tecnologia digital deverá adicionar US$ 1,36 trilhões em rendimento econômico nas principais dez economias do mundo até 2020.

Os fluxos de trabalho digitais globais, por sua vez, exigem uma malha abrangente de mercados estratégicos interconectados para atender à demanda.

De acordo com a McKinsey, o comércio de serviços realizados digitalmente agora compreende 50% do total das exportações de serviços em escala global, com um aumento esperado de 9 vezes até 2020.

Wellington Lordelo, Coordenador de Marketing de Verticais da Equinix, está disponível para entrevistas, para explicar de que maneira as empresas podem minimizar o impacto em seus negócios, além de falar também sobre quais cuidados tomar para evitar ficar vulnerável a catástrofes naturais.